Revista Digital
Edição #
46
11 de jul. de 2025
à
17 de jul. de 2025
A semana do Terreiro de Umbanda Vovó Benta começou com expectativas a mil para nossa Festa Julina, que acontece no próximo domingo. Muita comida boa, pratos típicos, música e diversão com aquele carinho especial que só a Casa da Vó tem!
No TVB, cada festa é uma oportunidade de confraternizar e celebrar a vida em comunidade – dando aquela força para que os trabalhos da casa sigam funcionando. E os médiuns já estão naquele movimento de axé e união em suas giras, organizando os preparativos para deixar nosso arraial ainda mais especial.
Boatos de que teremos show de prêmios e brincadeiras que não podem faltar 👀
🎣 Quem vai levar a melhor na pescaria?
⛓️ Quem vai conseguir sair mais rápido da prisão?
💌 E quantas declarações de amor será que cabem no nosso correio elegante?
Prepare a camisa xadrez, a bota, o chapéu e a fivela. Resgate aquele vestido florido do armário, escolha a maquiagem e prepare seu melhor penteado. Domingo, a partir das 11h, é dia de colocar o look junino – ou melhor, julino! – e curtir nossa festança ✨🌽
E enquanto dia 20 não chega, vem conferir tudo que aconteceu nos últimos dias no TVB! Uma boa leitura e até domingo 😉
Giras
Gira de Segunda (Mãe Lilian) - Um relato por Pai Luiz de Oxóssi 🏹
Nessa semana, a gira de segunda-feira foi peculiar, pois, em razão de viagem, Mãe Lilian de Iemanjá não pôde comparecer. A gira ficou a cargo do Pai Rafael de Ogum e do Pai Luiz de Oxóssi. Esse foi justamente o tema da reflexão feita por Pai Rafael, que trouxe à tona um assunto essencial: Qual o seu propósito? Quais as razões que nos trazem a uma casa de fé e por que estamos em uma gira de Umbanda? Se não tivermos cuidado, podemos acabar fazendo as coisas de forma mecânica e automática, esquecendo os verdadeiros motivos que nos trouxeram a este terreiro.
Quando iniciamos, viemos à assistência para buscar acalento, acolhimento, respostas ou a cura em alguma área de nossa vida, seja física, mental, emocional, familiar ou mesmo espiritual. Mas quando decidimos vestir o branco e adentrar a área de gira para um aprendizado e aprimoramento, estamos assumindo um compromisso com nossa ancestralidade e, principalmente, conosco mesmos. Portanto, estar aqui deve ter como principal razão – Nós! Por mais óbvio que pareça, certamente escolhemos nossa gira por afinidades, seja com um irmão da corrente ou mesmo pela Mãe de Santo que nos rege, e também pelos espíritos que trabalham através dela.
No nosso caso, a própria Vó Benta, Dona da Casa, Seu Curumatai, o comandante dos trabalhos, e até Seu Tatá e Dona Maria Padilha na esquerda. Devemos sempre lembrar que estamos aqui por nós e por nossa ancestralidade. Independente de quem estará à frente dos trabalhos naquele dia, quando acendemos nossa vela ao chegar e batemos nossa cabeça em frente ao Congá, estamos firmando nosso propósito para este dia.
Obviamente, os trabalhos variam de acordo com a Mãe ou Pai que irá dirigi-los, porém o que não pode mudar é a nossa essência e nosso propósito! Devemos estar abertos a compreender que há muitas razões para os aprendizados que necessitamos, e por isso cada gira sempre será diferente. Cada dia a situação vai variar de acordo com as diversas nuances que a espiritualidade está nos preparando. Por isso, precisamos estar prontos para absorver o que de melhor temos a aprender e desenvolver a partir de cada gira, em conjunto com toda a corrente. A Umbanda é uma grande mesa onde todos estão aprendendo a saborear, servir e ser servido. Dessa forma, entendemos quando estamos a nos servir porque precisamos, e alguém colocou à nossa disposição sem esperar ser reconhecido por essa razão. É assim que aprendemos que também devemos nos colocar à disposição e colocar à mesa o que temos a oferecer a quem precisar e estiver a se servir dela, como já nos servimos.
Após os avisos e o convite especial para a Festa Julina, que acontece neste domingo, dia 20, iniciou-se o ritual de abertura dos trabalhos da gira. Em seguida, foi a hora da chegada de Seu Tucumã, que trouxe toda sua energia e agilidade para os trabalhos, convocando todos os caboclos na força de Ogum para o passe e a vibração. Depois do "momento coração com coração", que busca trazer a sensibilização da atenção e amor ao próximo no sentir o outro com respeito e muito axé, deu-se o momento do bate-folhas com a chegada de Seu Guaracy. Ele trouxe consigo a grande vibração de Oxóssi, com todos os caboclos trabalhando com as ervas e maracás, fazendo uma grande limpeza e descarrego, preparando a todos para a chegada dos Pretos e Pretas Velhas.
Com todo o seu amor, os Pretos e Pretas Velhas abençoaram cada um dos presentes após a subida dos caboclos. Com seus rosários e ervas em mãos, deixaram seu carinho e axé a cada um dos presentes, iluminando o ambiente com suas rezas e palavras de bênçãos. Finalizando a primeira parte, com a indicação dos banhos para a semana e após a saída da assistência, foram chamados os caboclos de Xangô, para que trouxessem a todos a consciência da justiça para consigo mesmos. Na sequência, após a subida de Xangô, foi convocada a hierarquia para trazer a energia de Mamãe Oxum, Senhora das águas doces, para lavar, limpar e encaminhar aqueles sentimentos e mágoas descarregados durante os trabalhos e que ainda precisavam ser acolhidos. Assim, Seu Tucumã finalizou os trabalhos da primeira parte, saudou a todos e foi a Oló.
Na segunda parte, foi a hora da gira neutra, e para o comando dos trabalhos chegou Seu Zé da Sapucaia, e junto com ele, o Boiadeiro Seu Gregório. Em seguida, os médiuns de atendimento se colocaram ao meio, e foi convocada a força de todos os boiadeiros para o atendimento à assistência. Aos demais filhos da corrente, além dos boiadeiros, foi chamado o povo cigano para atender às pessoas que desejavam atendimento às famílias. Após a finalização dos atendimentos, Seu Zé da Sapucaia foi ao centro conversar com aqueles que ali estavam para atendimento às questões familiares. Logo em seguida, Seu Gregório se juntou a ele. Eles lembraram a todos que, muitas vezes, os desentendimentos e mágoas são resultado de palavras mal faladas, mal interpretadas ou mesmo faladas sem que se tivesse respirado antes, dando tempo para que a mente recobrasse o equilíbrio perdido por destemperos emocionais. Lembraram da importância do respirar, pois no ar estão as essências do fogo e da água em equilíbrio, e ao adentrar o pulmão em contato com a energia da terra, promovem o verdadeiro equilíbrio de forças em você. Uma respiração ofegante e entrecortada só altera seu equilíbrio e serenidade; porém, uma respiração correta expele de você o que não é importante ao expirar todo o ar parado no pulmão e substituí-lo por ar renovado. Nesse ar está a força da transmutação que vem de Iansã. Trazendo ar novo, você limpa e expele o ar impuro, repleto de energias que pesam nosso corpo. Assim, uma respiração pausada e plena te traz de volta a serenidade e o equilíbrio perdidos. Lembraram das orientações de Vó Benta, que ensina sempre a todos sobre a forma correta de se respirar. Fizeram juntos um exercício respiratório. Seu Gregório falou que as dificuldades também fazem parte do nosso processo evolutivo, assim como o medo, a dúvida e a incerteza, pois será a partir delas que você conseguirá descobrir a sua verdadeira capacidade de superação!
Em seguida, Seu Zé da Sapucaia pediu a toda corrente que se levantasse e trouxesse a força do povo das águas do mar, os marinheiros e pescadores, bem como suas famílias. Estenderam a experiência à assistência ali presente para que sentissem a benção e energia desse povo que vibra como as ondas do mar e suas águas renovadoras. "Sinta a energia, ela está dentro de você. Conecte-se e perceba sua real existência. Fiquem tranquilos, tenham fé e confiança! Tenham todos uma Boa Noite!" "Não somos o que fazemos, mas o que cremos, é por isso que aqui estamos." Com essas duas frases, Seu Gregório e Seu Zé da Sapucaia encerraram os trabalhos e foram a Oló.
Saravá o Terreiro da Vó Benta! Saravá a Vovó Benta! Saravá as linhas Neutras: Baianos, Boiadeiros, Ciganos e Marinheiros! 🚣♂️🥥
Gira de Terça-Feira (Mãe Cristina)
Nesta terça durante a reflexão conversamos um pouquinho sobre fé. Até porque sobre fé a gente só consegue falar um pouquinho, não é? A fé tem que ser sentida e vivida. Ainda que uma boa parte nós tenhamos buscado uma casa de oração pela dor, nós permanecemos buscando e vivenciando a espiritualidade pelo amor e fé. E o que seria de nós sem a fé? Sem a fé em Deus, sem a fé nos guias, e principalmente sem fé em nós mesmos? Podemos até pensar que não temos fé em nós. Mas será mesmo? Será que não é a fé em nós que nos faz levantar todos dias e que nos leva até o terreiro no intuito de melhorar? A fé na nossa melhora. Ainda que não sabíamos no que precisamos melhorar. Mas ainda assim, sabemos e acreditamos com muita fé que podemos melhorar. E sendo esta terça uma gira de preto velho, exemplos como nenhum outro de fé. E sabemos que sofreram e sofreram muito mas tinham fé na libertação, em tempos melhores e em vidas melhores. Que possamos nos inspirar e que eles possam nos ajudar a renovar a nossa fé e fortalecer a fé em nós mesmos. Após os ritos, a gira foi conduzida pelo Caboclo Girassol que trouxe a força de Oxossi e seus falangeiros para atendimento e descarrego da assistência e seus pets. Para a cura, se fizeram-se presentes as forças das águas, das forças das matas e a força do oriente. A primeira parte foi finalizada com a alegria e cura dos erês para o trabalhado de meio. Após intervalo a Vó Benedita e os demais pretos velhos acolheram e orientaram os atendimentos com muita força, com muito amor e muita fé.
Gira de Quarta-Feira (Mãe Luane) - Um relato por Pai Raphael de Ogum ⚔️
Mãe Luane falou sobre a leveza da vida e lançou uma pergunta intrigante: Você já riu hoje? E riu só porque podia rir? Ela reforçou que, diante das escolhas que podemos fazer, cabe a cada um decidir — rir ou chorar, se alegrar ou se entristecer. Melhorar ou piorar o seu dia depende de você.
O médium Luiz Gouveia também compartilhou uma lembrança. Contou o quanto ria quando era mais novo, como era travesso, e relembrou uma vez em que se escondeu debaixo da cama para assustar a avó — e riu, riu muito. É sobre isso: não perder nossa essência de criança, não perder a alegria e, principalmente, não perder a vontade de rir, independentemente da idade ou do que estiver acontecendo.
A alegria da corrente se fazia presente e encantava a todos com muito axé. Todos cantavam, batiam palmas, e o clima era leve. Seu Caboclo do Mar estava sereno, como sempre, determinado a realizar os atendimentos de forma objetiva a todos que ali buscavam a cura por meio dos trabalhos de macas.
Na segunda parte, a gira de Exus e Pombagiras trouxe conhecimentos baseados em vivências, apontando caminhos entre alegrias e tristezas, e mostrando como conduzir a própria caminhada com leveza e muita fé.
Gira de Quinta-Feira (Mãe Lilian) - Um relato por Capitão Alan de Ogum 🛡️
A noite começou com um profundo sentimento de acolhimento e reflexão. Não era uma gira comum, e talvez por isso tenha sido tão especial.
Mãe Lilian trouxe, logo de início, um ensinamento profundo sobre coragem e covardia. À primeira vista, parece simples opor essas duas palavras: coragem, a virtude; covardia, o defeito. Mas o olhar da espiritualidade vai além. Coragem em excesso pode levar à imprudência. Covardia, se bem compreendida, pode ser a calma, a análise, a pausa necessária antes do próximo passo. O segredo está no equilíbrio: saber a hora de agir e a hora de pensar, de ousar e de recuar.
A gira também foi marcada por uma homenagem muito especial: uma semana da passagem da nossa pequena guerreira, Maju. Ao som de "Quem é imortal, não morre", toda a corrente acolheu com um abraço carinhoso sua mãe, Mary, diante de uma mesa preparada carinhosamente com flores, ervas e velas. Foi um momento de muita emoção e respeito. Mãe Lilian nos lembrou que a dor da ausência não deveria nos impedir de perceber que Maju havia se libertado e que estava bem, em paz. Ela cumpriu seu tempo e missão. E, com esse entendimento, precisávamos elevar a energia e fazer uma linda gira em sua homenagem.
Recebemos também com alegria o Pai Vanderlei de Xangô, a Mãe Marta de Iansã e duas filhas do Terreiro Pai Joaquim das Pedreiras, de São José dos Pinhais. Mãe Lilian permitiu que todos eles estivessem conosco dentro da área de gira. Considero um gesto bonito de união entre casas que praticam o bem, mesmo com costumes diferentes. Umbanda é isso: é caridade, é acolhimento. E nosso terreiro demonstrou isso mais uma vez ao receber com respeito e afeto irmãos de fé. Inclusive, Seu Curumataí, após firmar a força dos trabalhos, deu autorização ao Pai Vanderlei para que desse passagem ao caboclo que o acompanha, que trabalhou ao nosso lado na energização e nas duas levas de cirurgia espiritual.
No final da primeira parte, os Erês vieram acalentar o coração de Mary. Se são eles que compreendem com mais profundidade a passagem "prematura" de uma criança, também são eles que trazem a leveza do riso e da esperança para seguir em frente. Foi simples, sincero e emocionante.
Na segunda parte da gira, embora fosse noite de caboclos, quem chegou em terra mais uma vez foi a nossa querida Vovó Benta, até contrariando as expectativas de que ela não viria por já ter entregue as sete gotas de sabedoria nas semanas anteriores. Mas como sempre, ela veio no momento certo. Trouxe com ela o Erê Mateuzinho e também o Pai Joaquim (autorizando Pai Vanderlei, assim como Seu Curumataí na primeira parte), formando um trio de ancestralidade e acolhimento. Os atendimentos aconteceram com a força dos Caboclos de Xangô e Oxóssi, e todos que buscaram entendimento e acolhimento foram recebidos com zelo.
No encerramento, Vó Benta nos trouxe um ensinamento sobre o desencarne. Reforçou que nossa tristeza por quem parte é legítima, mas que, do lado de lá, a chegada de um espírito é celebrada. Que por vezes nosso sofrimento é também um ato de egoísmo, pois queremos para nós quem já cumpriu sua caminhada. Mateuzinho compartilhou um pouco de sua história. Contou que adorava brincar na água suja e cheia de terra, e que sua passagem aconteceu de forma leve. Falou disso sorrindo. Maju viveu o que tinha que viver. Partiu em paz. E nós, aqui, devemos celebrar quem ela foi e nos fortalecer com sua lembrança. Por fim, Pai Joaquim trouxe a metáfora da flecha lançada, da palavra dita e da água sob a ponte: o tempo não volta. O momento é agora. Que saibamos aproveitar a vida com mais presença, mais amor e mais consciência. Porque a água que passa hoje, amanhã já não é a mesma.
Encerramos com o coração cheio: de cura, de ensinamento, de gratidão.
Saravá a todos os guias que estiveram conosco! Saravá à pequena Maju, flor da nossa casa! Saravá o Terreiro Pai Joaquim das Pedreiras! Saravá o Terreiro Vovó Benta!
Gira de Sexta-Feira (Mãe Luana) - Um relato por Pai Gustavo de Oxóssi 🍃
Na noite de sexta-feira, tivemos uma linda gira com a regência de Xangô.
No início da noite, Mãe Luana nos levou a refletir sobre as coisas que acontecem no nosso dia a dia e que devemos ser gratos. Gratos à vida, gratos por termos saúde, gratos pelo alimento. Tantas vezes nos pegamos querendo cada vez mais e não percebemos coisas simples, do dia a dia, que não damos o devido valor.
Com início aos trabalhos, S. Serra Negra nos chamou a atenção para vermos quem está ao nosso lado. Nosso Pai Maior sempre nos apoiará, mas precisamos estar do nosso próprio lado. Contribuindo para o nosso crescimento, olhando para o futuro, para as dificuldades de saúde ou com justiça, mas de cabeça erguida. Também nos relembrou espíritos que estão sempre ao nosso lado, nos acolhendo nos momentos mais difíceis: os Pretos e Pretas Velhos, que com seu amor nos agraciaram com sua presença e realizaram seus trabalhos.
Na segunda parte, as três linhas de Caboclos nos auxiliaram com seus conselhos e consultas, trazendo a cada médium a energia que mais precisava naquele momento.
Projetos esportivos
Dança do ventre
Nesta segunda-feira, a aula de Dança do Ventre trouxe um encantador toque folclórico. Exploramos aspectos históricos, geográficos e culturais dos povos beduínos, mergulhando nos ritmos, vestimentas e tradições que dão origem a essa expressão artística tão rica.
A aula foi ainda mais especial com a presença da pequena Natália, que veio acompanhar a tia Giovanna e encantou a todos com sua curiosidade e doçura.
Durante o ensaio, as alunas participaram ativamente da releitura de duas coreografias, contribuindo com ideias, movimentos e sensibilidade coletiva — fortalecendo a vivência e o aprendizado em grupo.
Dançar também é conhecer, compartilhar e celebrar culturas que nos atravessam. Seguimos dançando juntas! 🧿💃🎶
Dança cigana
Na última segunda, nossa aula de Dança Cigana começou com uma roda de conversa leve e inspiradora. Trocamos ideias sobre figurinos, tiramos dúvidas e exploramos o significado das cores, que são parte essencial dessa expressão artística tão vibrante.
A aula contou com a presença encantadora da pequena Natália, que participou com entusiasmo e se encantou com sua saia rodada — símbolo de liberdade e alegria!
Estiveram presentes 12 alunas, todas empolgadas e animadas com esse momento de conexão, arte e cultura que transforma as noites de segunda-feira em pura celebração.
Dançar é também criar vínculos, compartilhar saberes e girar a vida com mais beleza e intensidade. Até a próxima roda! ✨💃
Projetos terapêuticos
Projetos sociais
Xepa e Feira Solidária
A Xepa Solidária segue firme no compromisso de reaproveitar alimentos que perderam valor comercial, mas seguem próprios para o consumo, destinando-os à promoção da segurança alimentar, do cuidado ambiental e da solidariedade.
Na última ação, realizamos a coleta de 229,70 kg de alimentos, provenientes de duas feiras livres de Curitiba:
🌱 Feira do Cajuru: 104,35 kg
🌱 Feira das Mercês (29 de Março): 125,35 kg
Desse total:
🥬 220,30 kg foram destinados à Feira Solidária, espaço de partilha gratuita de alimentos para a população em situação de vulnerabilidade social.
♻️ 9,40 kg foram encaminhados à compostagem, garantindo que nada se perca e tudo se transforme.
A cada edição, reafirmamos que a Xepa não é sobra — é potência. É um gesto coletivo que transforma desperdício em cuidado, alimento em afeto e cidadania em prática cotidiana.
Gratidão a todos que contribuem com esse ciclo de vida, sustentabilidade e solidariedade. Seguimos juntos, semeando o futuro!
Marmita Solidária
Mais do que comida, cada marmita que preparamos carrega afeto, escuta e cuidado. É o arroz que aquece, o feijão que fortalece, o tempero feito com mãos que desejam o bem — e corações que acreditam na potência do encontro.
A Marmita Solidária é feita por muitas mãos e para muitas vidas. Gente que chega, cozinha, organiza, distribui. Gente que doa um pouco do que tem e recebe muito em troca: um sorriso, um olhar, um “obrigado” que atravessa.
Diariamente, mais de 130 pessoas são tocadas por esse gesto coletivo de amor e dignidade. São corpos alimentados e corações aquecidos pela certeza de que não estão sozinhos.
Cada entrega é também uma troca silenciosa de humanidade. Um lembrete de que ninguém deveria passar fome — nem de comida, nem de afeto, nem de cuidado.
Seguimos cozinhando juntos, porque alimentar é, também, resistir e amar.Porque toda marmita é uma forma de dizer: você importa. 💛
Projetos culturais
Crochêterapia
Venha tecer alegrias com a gente!
Na última terça-feira, nosso grupo da Crochêterapia se reuniu novamente, cheio de energia e com as mãos ansiosas para tecer alegria e carinho em cada ponto! Nosso café foi regado com o melhor tempero que existe: amizade e companheirismo.
E já fica o convite para o próximo encontro: teremos um desafio especial! O que será que vem por aí, hein? Venha fazer parte dessa corrente de amor! Nos encontramos todas as terças-feiras, a partir das 14h, no TVB!
Leia+ e Biblioteca Pai José
Os projetos Leia+ e a Biblioteca Pai José caminham juntos, unindo o prazer da leitura ao saber ancestral das religiões, das tradições e da escuta sensível. Aqui, os livros são pontes entre mundos, memórias e espiritualidades. Por isso, queremos construir esse acervo com a sua ajuda:
✨ Se você conhece livros que dialoguem com temas religiosos, espirituais ou de saberes populares, nos envie a sua sugestão!
Toda indicação é bem-vinda e cada livro é uma semente plantada nesse solo de fé, conhecimento e partilha. 💛
Indicação de livro:
A indicação da semana é de Luiz de Oxóssi, médium da corrente de Quarta-Feira – o título “Fala, Preto Velho”, de Wanderley de Oliveira, pelo espírito Pai João de Angola.
Neste livro, Pai João de Angola compartilha conselhos que estimulam a autoestima, a fé e a oração, independentemente da religião que o leitor segue, enfatizando que a verdadeira defesa nasce de dentro de nós. Com histórias ambientadas no Hospital Esperança — abrigo espiritual fundado por Eurípedes Barnaulfo — o livro traz reflexões sobre as feridas da inferioridade, do abandono e da falibilidade, convidando à transformação interior através da caridade e da dignidade pessoal.













































































































