Textos em contexto

OS COCOS QUE NOS ALIMENTAM
Pai José sempre me surpreende. Hoje é uma segunda-feira, dia de nosso grupo de estudos. Pela segunda ou terceira vez imaginei que o escrito a ser publicado seria o título “Tradição”. Mas não será desta vez. Talvez por eu esperar tanto por este texto, acabo criando expectativas. Passado de meio dia ele me pede que seja relatada a história dos cocos dos índios, contada por S. Curumataí.

LUZ, SOM E MOVIMENTO: CONSUMO RITUAL E A ESTÉTICA DO IMAGINÁRIO NA UMBANDA EM CURITIBA
Leia o artigo produzido por acadêmicos (Sionelly Leite, Hertz Wendel de Camargo, Thiago de Miranda Aguiar) que teve como campo de pesquisa o terreiro Vovó Benta. São 16 páginas de informações e fotos que valem a pena tanto para os iniciantes quanto os veteranos no assunto.

O EQUILÍBRIO PERFEITO
A busca do equilíbrio perfeito pode ser frustrante. Aceitar que o equilíbrio por si já é o melhor facilita o entendimento do que buscamos e porque existimos. Leia este texto e analise se você cuida do equilíbrio da sua alma, zelando pelo seu corpo físico, dos seus sentimentos e dos seus pensamentos.

GRATIDÃO E INGRATIDÃO
A base inicial da verdadeira gratidão dentro da caridade é não esperar nada como gratificação. Ser grato é sentimento de contemplação por algo sublime recebido, um olhar, um sorriso. Merecimento ou conquista fazem parte desta base. Entretanto, a gratidão muitas vezes é equivocada. Como assim? Vou explicar.

SANIDADE MEDIÚNICA
Vivenciar uma incorporação, ouvir, ver e até mesmo sentir materializações são coisas que me fascinam, embora já tenham me assustado muito. Hoje não mais. O que me causa estranheza é a forma pequena que muitos tratam do assunto. Já falei algumas vezes das fases da mediunidade: novidade, deslumbre, euforia, ego, frustação, desmotivação e o equilíbrio. Poucos chegam até o equilíbrio com facilidade, mas não é impossível para ninguém.

O QUE A UMBANDA QUER
Muitas vezes me deparo com filhos presos ao velho paradigma de que a vida só será boa se “cumprir” sua penitência dentro de um terreiro. Pura bobagem. Ninguém é cobrado desta maneira. Nosso livre arbítrio sempre impera. O que penso e defendo é que a pessoa tem que viver aquilo que lhe felicita, ou seja, aquilo que a deixa feliz e ajuda ao seu desenvolvimento espiritual, bem como dos que lhe cercam.




