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Revista Digital

Edição #51

  • Foto do escritor: Terreiro Vovó Benta
    Terreiro Vovó Benta
  • 23 de ago. de 2025
  • 11 min de leitura

15 de ago. de 2025 - 21 de ago. de 2025


Nesta semana, a palavra destaque é sem dúvida transformação! As giras nos convidaram a olhar para dentro e refletir sobre nossas vidas e escolhas, percepção sobre o que decidimos e a que nos dedicamos, assim como quanto permitimos com que a Umbanda nos transforme e amadureça. Os trabalhos foram claros: é hora de abrir espaço para que dores e antigas feridas se transformem em aprendizado e crescimento. 🌿🕊️🔥


Já nos projetos, vimos a mesma entrega e afeto se manifestar de formas diferentes! Nas aulas de dança, o silêncio tomou o lugar diante dos passos e movimentos, entrelaçando cuidado e colo nos momentos de dor. Na Capoeira, crianças e adultos se entregaram à alegria, ao movimento e à vitalidade, propiciando saúde ao corpo e à mente. 💃🤝✨🧠🌀🦶💫


Os trabalhos terapêuticos não foram diferentes: a reforma íntima aconteceu durante o iluminar o outro, assim como refletindo e mexendo o interno. A Feira Solidária, no mesmo espírito, distribuiu mais de 420kg de alimentos para a comunidade, mostrando que tudo que é afetuosamente observado, é capaz de ser mais do que à primeira vista faz parecer. 🙏🏻💛🥕🥦🥬🥗🌱


E para fechar a semana com chave de ouro, as palavras de Pai José sobre transformação interna: enfrentar nossas lutas egóicas e pensamento é difícil, mas necessário. Quanto mais desafiadora a experiência, maior a oportunidade de crescimento e reforma íntima! Que possamos, a cada passo, girar nossas próprias rodas de mudança, nutrindo coração, mente e alma, permitindo que a luz se manifeste em nós. 🧘‍♀️🌟💭💛


Que assim seja!

Giras

Gira de Segunda (Mãe Lilian) - Relato por pai Luiz de Oxóssi🏹

A semana iniciou com a gira de segunda-feira, que trouxe uma reflexão conduzida por Mãe Lilian de Yemanjá sobre o “Ser e o Perceber”. Ela destacou a importância de olharmos para dentro, reconhecermos quem somos e compreendermos o que realmente nos traz felicidade, para além das cobranças sociais e materiais. Reforçou que a verdadeira plenitude nasce do autoconhecimento e do amor próprio, em gestos simples do cotidiano, como apreciar a natureza ou valorizar as pessoas que caminham ao nosso lado.

Após a reflexão, os trabalhos foram abertos com firmezas, bênçãos e descarregos, trazendo a força dos caboclos, a serenidade de Yemanjá, a cura de Oxóssi e a doçura acolhedora de Oxum. Também se fez presente a energia de Yansã, limpando e transformando aquilo que precisava ser renovado. Cada momento foi conduzido com equilíbrio e fé, reforçando a força dos Orixás na condução espiritual e no fortalecimento de cada filho e filha da casa.

Na continuidade da gira, houve a presença dos Pretos Velhos e Erês, trazendo ensinamentos, conselhos e bênçãos. Um momento especial foi o batizado, realizado com alegria e amor, fortalecendo ainda mais a união da comunidade em torno da fé, da esperança e do axé. A energia das crianças e a sabedoria dos mais velhos se entrelaçaram, simbolizando a continuidade da vida e a proteção espiritual para a nova geração.

A gira foi encerrada em clima de muita emoção, fé e gratidão. Entre cânticos, orações e defumações, todos receberam a bênção final das entidades, que deixaram mensagens de cuidado, esperança e renovação. Que cada coração leve consigo a certeza de que nunca está só, pois as forças espirituais caminham conosco em todos os momentos. Que possamos cultivar diariamente o amor, a fé e a gratidão, permitindo que nossa luz interior brilhe e se expanda para todos ao redor.



Gira de Terça-Feira (Pai Gustavo) - Relato por mãe Cris de Iansã ⚡

Nesta terça-feira, Pai Gustavo de Oxóssi nos convidou a refletir sobre o que o terreiro trouxe para nós. O que mudou ou agregou em nossa vida? Ele nos levou a pensar se conseguimos mensurar as transformações desde que iniciamos a caminhada no terreiro, seja na assistência ou na corrente.

Abriu espaço para que alguns filhos compartilhassem suas experiências. Uma filha relatou que a caminhada junto ao terreiro lhe ensinou sobre coragem. E, diante desse ensinamento e renovação, mudou de área profissional e hoje se sente realizada. Refletindo sobre as mudanças em sua vida, outra filha contou que deixou a cidade onde morava, no sul do estado, para se estabelecer definitivamente na cidade (e sim, ela viajava 200 km toda semana para estar na gira).

Praticando os ensinamentos transmitidos no terreiro — lembrando que a Umbanda não se faz apenas em quatro horas de gira —, um filho que é voluntário no projeto da Feira/Xepa Solidária relatou que deixou de desperdiçar alimentos em casa (algo que, sinceramente, todos devemos nos conscientizar).

Após os breves relatos, Pai Gustavo deu início à gira. S. Ubirajara conduziu os trabalhos, atendendo os pets presencialmente e à distância. Além dele, S. Girassol, a força dos Erês e das Iabás também se fizeram presentes para auxiliar nos trabalhos. Na segunda parte, S. Sete Encruzilhadas comandou os atendimentos e o descarrego da assistência.


Gira de Terça-Feira (Mãe Juliana) - Relato por médium Helenita de Iemanjá 🐚

Mãe Juliana deu abertura à gira com a seguinte introspecção: até que ponto nos doamos e esperamos algo em troca? Muitas vezes esquecemos e negligenciamos o fato de que é nosso dever estar bem para que possamos acolher as pessoas ao nosso redor. É preciso doação à vida em movimento, como o fluxo que corre nos rios de Oxum. É necessário trazer energia e movimento para a própria vida, direcionando para si todo o cuidado e amor que costumamos doar aos outros, nutrindo o próprio ser e lembrando que a vida não seria o que é se não houvesse seus empecilhos.

O primeiro momento da gira se concretizou com a chegada de Seu Sete Flechas, invocando a tenacidade de Ogum em sintonia com o passe e a vibração de sete linhas. Na meia-lua de cura, manifestaram-se o discernimento de Oxóssi, a alegria dos Curumins e a correnteza de Oxum. A transmutação de Oyá preparou o segundo momento da gira.

Os atendimentos foram conduzidos pelos caboclos de Ogum, com toda a determinação que Ele nos traz. Ogunhê!


Gira de Quarta-Feira (Mãe Luane)  - Relato por Pai Raphael de Ogum ⚔️

Mãe Lu fala sobre os trabalhos de maca, sobre o peso energético que eles carregam e que, para nós, muitas vezes parece leve devido à rotina. A movimentação na gira é ainda mais intensa quando desmontamos e montamos as macas, quando os espíritos arriam no terreiro e retornam à sua origem, entre tantas outras situações.


Mas você já parou para pensar em quantas vezes “bateu a cabeça” e em quanto realmente aproveitou? Quantas informações passaram por você, quantas foram percebidas e quantas ainda não? Nossa mente sequer consegue mensurar a imensidão desse conteúdo.


E, depois de refletir sobre isso, já analisou se está dando o seu máximo? Se tem feito tudo o que pode? E no que ainda pode melhorar?


Coloque sentimento em tudo o que fizer. Entregue-se de coração. Faça com amor.


A força de Ogum já estava firmada, os caboclos em terra, preparados para o passe e, em seguida, para o trabalho de macas — realizado em um único momento, oferecendo cura a quem a buscava. No segundo momento, Vó Ana se fez presente e explanou sobre a força de Omolú, Nanã e Nossa Senhora Aparecida. Paralelamente, os caboclos de Oxóssi e Xangô atendiam nossa querida assistência, oferecendo conselhos e palavras amigas.


Vó Ana falou sobre a importância de saber lidar com as perdas, valorizar as coisas boas que vivemos e aprender com aqueles que amamos, para, assim, tornar nossa caminhada mais leve e feliz.


Gira de Quinta-Feira (Mãe Lilian) - relato pelo Capitão Alan de Ogum ⚔

A ausência da Mãe Lilian nesta quinta-feira foi por um motivo mais que especial: a comemoração dos 15 anos do seu filho mais novo, João. Embora tenha expressado durante o dia que gostaria de estar presente no terreiro, o coração de mãe precisou falar mais alto. Segundo o Pai Amilton contou em sua reflexão inicial, ela estava dividida entre dois amores: o de mãe de sangue e o de mãe de santo. Foi quando ele disse à mãe: “A gente só faz 15 anos uma vez.” E com a certeza de que os trabalhos estariam bem conduzidos, ela pôde respirar em paz e curtir esse momento único.


A gira foi então tocada com leveza e serenidade por Pai Amilton, Pai Raphael e Mãe Cristina. Na abertura, a reflexão girou em torno da palavra “memória”. Fomos provocados a buscar, dentro da nossa própria caixa de lembranças, aquele primeiro momento: a primeira vez no terreiro, a primeira vibração sentida, o primeiro passo no tablado. A ideia não era apenas lembrar por lembrar, mas resgatar, como quem reencontra um cheiro antigo, as razões pelas quais escolhemos estar ali, mesmo nos dias em que tudo parece mais frio ou mais distante. Porque é na memória viva que mora a fé mais íntima. E às vezes ela só precisa de um sopro, de um empurrãozinho, para se tornar mais latente.


A condução do rito inicial ficou a cargo do Pai Amilton, com os trabalhos mediúnicos sendo conduzidos por seu Tucumã, pai de cabeça do Pai Raphael. No momento das cirurgias, contamos novamente com a disposição no formato “sol”, numa organização que, aos poucos, começa a se tornar natural na corrente. Com o apoio de todos, os trabalhos aconteceram com leveza, acolhimento e esforço. Foram atendidas dezenas de pessoas pelas mãos do povo do fogo, das Iabás e dos Caboclos.


Na segunda parte, com a força dos baianos, o terreiro ganhou ainda mais vida. Baianos estiveram em terra para os atendimentos, com aquele jeito inconfundível de falar direto ao coração, de misturar riso com conselho, de brincar com as emoções, de virar do avesso a dor para mostrar que ainda mora coragem ali dentro. Todos que procuraram foram atendidos, assim como muitos que nem sabiam que precisavam, também.


Na reflexão final, a palavra foi “alegria”. A alegria de estar, de fazer, de doar, mesmo quando o mundo lá fora anda meio torto. Um lembrete de que o trabalho

tem mais sentido quando feito com alegria, com amor e sem amargura. Que mesmo nos dias em que falta força, se há um porquê pulsando lá no fundo, vale a pena continuar. E aí sim, como resultado, se alcança o que se almeja.


Porque às vezes, mesmo quando o corpo está presente e a alma parece um pouco mais silenciosa, o simples fato de continuar também é um ato de fé. E só quem sente, entende.


Salve os baianos!


Gira de Sexta-Feira (Mãe Luana) - Relato por Pai Gustavo de Oxóssi 🌿

Na última gira de sexta-feira, tivemos a impressão de que os guias fizeram o relógio parar! No início da gira, os caboclos de Xangô realizaram seu passe e atenderam toda a assistência. Em seguida, Iemanjá nos banhou e descarregou com suas águas. Oxóssi e Oxum realizaram seu passe de cura, auxiliando-nos a encontrar leveza e alegria na busca pela justiça. Ogum do Oriente e Omolú nos auxiliaram com um atendimento específico ao final da primeira parte e, por fim, recebemos todo o descarrego de Iansã.

Na segunda parte, fomos agraciados com a presença dos Ciganos, que nos auxiliaram com as consultas e nos trouxeram a importância da família e de nossas tradições. Por fim, solicitaram que criemos uma nova tradição na gira dos Ciganos: em conjunto, dividirmos nossas boas notícias, como uma família. Assim como já é feito nas giras de Pretos Velhos, a pedido da Vó Chica, onde nos sentimos gratos e felizes uns com os outros por suas realizações e conquistas.


Gira de Sábado (Mãe Luane) - Relato por mãe Lu de Iemanjá 🐋

Em mais um sábado para fechar a semana de trabalhos mediúnicos, a corrente se reuniu para uma linda gira de pretos velhos. A reflexão sugerida para o dia foi voltada para a força de Omolú - energia da transformação - e ainda neste relato logo mais esta reflexão vai se aprofundar! 

Na primeira parte da gira, S. do Mar conduziu os trabalhos contando com a presença do S. Sete Estrelas, entre descarrego, vibração das 7 linhas, passe de quebra de demandas e outros trabalhos específicos necessários. Antes de irem ao Oló, explanaram de uma maneira quase poética (ao meu ver, mesmo que tão direta) sobre a beleza de reconhecer e ocupar o seu lugar dentro daquilo a que se propõe. Saber qual sua função, qual seu espaço, qual sua potência, torna possível transformar situações e momentos difíceis em algo funcional! 

Na segunda parte da gira, Vó Ana fez uma mandinguinha diferente e especial para os médiuns antes dos atendimentos iniciarem. Após as consultas, o trabalho voltado para transformação continuou: a pipoca antes estourada na areia, no fogão a lenha da Vó Benta, foi utilizada para todos os presentes - que abriram espaço dentro de si para dores e angústias saírem, ou então, fecharam feridas antigas para que boas coisas possam florescer sobre as cicatrizes. 

Que possamos renascer em vida, para oportunizar tudo que for possível. 

Saravá Vó Ana! Saravá os Pretos Velhos! Atotô Omolú!




Projetos esportivos

Danças do Ventre e Cigana

Nesta segunda-feira, o silêncio tomou o lugar dos passos e giros da dança. O desencarne de alguém querido fez com que o movimento desse espaço ao abraço! Assim como a dança ensina sobre união e partilha entre mulheres, todas se colocaram ao lado de uma das alunas dos grupos, entrelaçando-se em afeto, acolhendo sua dor com amor e presença. Que possamos sempre levar para nossa vida e nossas relações aquilo que a dança nos ensina! 💃🤝✨


Capoeire-se

Entre movimentações, músicas, jogos, brincadeiras e toda a beleza que a capoeira oferece, buscamos sempre criar um espaço de aprendizado e alegria. E o que é que fica para os nossos pequenos grandes capoeiristas? Justamente aquilo que mais encanta e alegra seus corações dentro da capoeira. ✨


E claro, assim como as crianças que aprendem e crescem na capoeira, os adultos que a praticam mantém sempre a alegria e o encanto no coração! 



Uma das grandes riquezas dos encontros do Capoeire-se é a promoção da vitalidade e qualidade de vida, unindo treinos de força, jogos, técnicas e pesquisas sempre apuradas sobre a prática da capoeira, para que cada aluno transforme o aprendizado em sabedoria.


Nesta quinta-feira, os alunos do curso de Psicologia da Universidade Dom Bosco foram recebidos no projeto TVB, enquanto estavam em campo de pesquisa com o tema “O benefícios da prática da capoeira pra saúde mental”. O convite foi feito à CM Pitanga, em conjunto com o professor universitário Eugênio Pereira, para contribuir neste estudo e ampliar a difusão desta arte que tanto agrega à vida, ao corpo e à mente.


Capoeire-se! 🧠 🌀🦶 💫


Projetos terapêuticos

Terapias integrativas

O voluntariado é uma escolha que nasce do coração e se transforma em ação. É a entrega de tempo, energia e amor ao próximo, sem esperar nada em troca: apenas a alegria de servir ao mundo. Nesta semana, 28 terapeutas iluminaram com seus atendimentos presencialmente e à distância, fortalecendo essa corrente de luz e mostrando que quando unimos propósito e serviço, a vida ganha ainda mais sentido.

Aproveitamos a oportunidade para refletir junto com os assistidos sobre a direção, o norte que seguimos. Será que ele está bem definido? Sabemos qual caminho estamos percorrendo e se ele realmente nos leva ao norte que desejamos? Essa reflexão já havia se apresentado no grupo de terapeutas e também individualmente nesta última semana, evidenciando a conexão de todos como um todo. Namastê! 🙏🏻💛



Projetos Sociais

Feira/Xepa Solidária

Mais um final de semana de abençoada colheita nutriu a comunidade do bairro! Esta semana, a colheita foi realizada em três pontos! 15 Voluntários foram responsáveis por todo o processo! Acompanhe as quantidades:

🥕 Coleta Feira Alto da Glória: 155,20kg

🍆 Coleta Mercado Regional do Cajuru: 184,40kg

🥦 Coleta Feira Mercês (Praça 29 de Março): 171,30kg


🥬 Total da Coleta: 510,90kg


🌱 Destinados a compostagem: 87,70kg

🥗 Distribuídos para comunidade: 423,20kg

Que Pai Oxalá possa abençoar imensamente a vida de cada voluntário que se dedica a levar alimento de maneira digna para quem mais precisa! Desde quem semeou os alimentos, colheu, doou, coletou, separou e entregou, até aquele que irá consumir! Saravá! 


Marmita Solidária

Após uma semana marcada pelo bem e amor, podemos afirmar: quando um trabalho é feito com alegria e em boa companhia, é um trabalho bem feito! A marmita da Vó é uma das provas reais disso! 


Entre quem preparou as refeições, levou até o destino final e fez a entrega, teve muito axé envolvido! Basta ver o sorriso daqueles que fazem para compreender: a razão não está apenas em fazer o bem a quem precisa, mas também no quanto esta disponibilidade e força de vontade é capaz de mudar quem somos! 


Para conhecer o projeto de pertinho e agregar em um dos dias de trabalho, mesmo que esporadicamente, você pode chegar no TVB a partir das 15h (de segunda à sexta), ou então, falar conosco para acompanhar e realizar a entrega em um dos dias da semana. Seja sempre bem vindo! 🥬🥗🌱


Projetos culturais

Crochêterapia


Nesta semana, o encontro de todas as terças-feiras não teve registros fotográficos, pois as mãos e os corações trabalharam intensamente, tecendo e entrelaçando afetos em cada gesto.

Além desse encontro, houve a entrega de toucas e cachecóis feitos pelo projeto para pacientes da internação psiquiátrica da Unidade Integrada Crise e Apoio à Vida (UNIICA). A entrega foi realizada pelo setor de voluntariado e filantropia da própria instituição, preservando a privacidade de cada paciente.

É emocionante ver como o amor transforma dias, levando carinho a quem precisa e lembrando a todos que podem agir: comece, faça, movimente, doe! Cada gesto pequeno torna o mundo mais humano e mais leve. ✨💛


Leia+/Biblioteca Pai José


Vamos ler pra crescer?

A indicação de leitura de hoje é de um texto riquíssimo que Pai José de Aruanda nos presenteou em 2016! Quase 10 anos deste escrito, que continua real, verdadeiro e profundo! 


Falar sobre a mediunidade é difícil, mas encarar de frente as lutas egóicas e os pensamentos errantes é ainda mais - e já aprendemos, quanto mais difícil, mais necessário é! 🌟💭




 
 
 

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Horário das giras:

Segunda a Sexta - 19h às 23h

Sábados - 17h às 21h

Nossa raiz é forte. Nossa fé é antiga. Nosso amor é infinito.

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