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Revista Digital

Edição #52

  • Foto do escritor: Terreiro Vovó Benta
    Terreiro Vovó Benta
  • 31 de ago.
  • 14 min de leitura

22 de ago. de 2025 à 28 de ago. de 2025

A semana no TVB foi de encontros repletos de energia, aprendizado e conexão espiritual! Na gira de segunda-feira, Mãe Lilian recebeu a tribo indígena Shanenawa, trazendo reflexões sobre a força ancestral e a importância do cuidado espiritual, enquanto caboclos, Iabás e exus conduziam trabalhos de cura, proteção e libertação.🌿🛖

Na terça-feira, Mãe Cris guiou reflexões sobre objetivos e caminhos pessoais, com o apoio de caboclos, curumins e Pretos-Velhos, oferecendo acolhimento e passes energéticos. Já a corrente Ilha do Mel manteve-se unida, mesmo sem gira devido à chuva, reforçando que fé e comunhão vêm do coração!⚡🖤🌧️🫂

Mãe Luana trouxe reflexões sobre como lidamos com sentimentos e expectativas, convidando todos a se conectarem com a própria essência junto da energia da gira de sexta-feira: a autojustiça! No sábado, S. Pena Verde ensinou sobre essência e as injustiças que cometemos quando não conseguimos fluir sem comparações!⚡🪶💛

Nos projetos esportivos e culturais, a dança do ventre e a dança cigana trouxeram técnica, expressão e alegria! Além disso, celebramos os 27 anos de carreira e toda a trajetória da professora de dança árabe, Cris Farah! Na ginga da capoeira, crianças e adultos exploraram consciência corporal e mindfulness, enquanto o Movimenta Caboclo incentivou o movimento e diversão. O Muay Thai voltou às quintas, promovendo saúde, autoestima e bem-estar, e nas terapias integrativas, Feira Solidária, Marmita Solidária e Crochêterapia, amor, cuidado e solidariedade tocaram todos os corações. Ah, e no final, temos mais uma indicação graciosa de leitura para aqueles que desejam se aventurar pelos conhecimentos do mundo! 💃🎉🥋🥘🧶📚

Saravá! 

Giras

Gira de Segunda (Mãe Lilian) - Relato por Pai Luiz de Oxóssi 🏹

A semana iniciou com a gira de segunda-feira, marcada pela visita especial da tribo indígena Shanenawa. Por essa razão, mãe Lilian trouxe uma reflexão breve, mas profunda, lembrando que nossa fé reverencia o povo negro e o indígena, donos originais desta terra. A provocação foi direta: qual a força indígena que cada um carrega em si e qual a contribuição que ela traz ao nosso dia a dia? Essa reflexão abriu espaço para sentir a presença ancestral e reconhecer a influência desses povos em nossa caminhada espiritual.

Após a defumação e o pãozinho da Vovó, os representantes Shanenawa se colocaram ao centro. O pajé, em sua saudação “Shawa-shawa!”, agradeceu ao Criador e falou sobre a medicina de seu povo, um conhecimento milenar transmitido apenas pela prática. Ele lembrou que bens materiais se perdem, mas a fé e o saber ancestral permanecem, trazendo cura verdadeira. Explicou sobre as medicinas tradicionais — Uni, Peek, Sawane, Astuwantu — e destacou que a floresta é fonte de cura, pois medicamentos se encontram em qualquer lugar, mas a verdadeira cura nasce da fé e da espiritualidade. O pajé conduziu cânticos Pakari, rezos de purificação e fortalecimento, proporcionando um momento profundo de contemplação. Em gratidão, a corrente cantou o Pataxi Pataxó, selando o encontro.

Na sequência, os caboclos iniciaram os trabalhos. Seu Curumataí chamou Seu Tucumã e a falange de Ogum para os passes e vibrações, seguidos pela força acolhedora de Mamãe Iemanjá. Depois, Seu Ubiratã trouxe a energia da mata com os caboclos de Oxóssi, trabalhando cura para ansiedade e depressão, finalizados pelas águas de Oxum com serenidade e amor. Em sua fala, Seu Curumataí convidou a assistência a olhar para dentro, silenciar e sentir o próprio corpo e alma, reforçando que o maior escudo sempre será o amor e que a sabedoria deve guiar nossas escolhas cotidianas, afastando pesos e mágoas desnecessárias.

Encerrando a primeira parte, Mamãe Iansã levou embora os resquícios negativos e renovou as energias. Na segunda parte, mãe Lilian reforçou a importância da próxima gira de desenvolvimento, dedicada às forças de Omolu e Nanã e à firmeza com os exus. Vó Rita se fez presente com firmezas, e logo depois chegou Seu Tatá Caveira, conduzindo os trabalhos da quimbanda com seriedade e verdade. Os exus atuaram em atendimentos e limpezas, incluindo Seu Pimenta, Seu Tranca Ruas das Almas, os Exus Mirins e as Velhas do Cemitério, cada qual trazendo libertação, proteção e direcionamento. Ao final, Seu Tranca Ruas orientou o encerramento, garantindo que todos saíssem renovados.

Foi uma gira marcada pela sabedoria ancestral indígena, pelo cuidado dos caboclos e pela força firme dos exus, lembrando-nos de que a fé, a cura e a libertação caminham juntas. Gratidão por mais um encontro de tanta força e aprendizado. 

Laroyê Exu! Saravá ao terreiro da Vovó Benta!



Gira de Terça-Feira (Mãe Cristina) - Relato por Mãe Cristina de Iansã ⚡

Nesta terça-feira conversamos um pouquinho sobre o futuro e sobre percepção. Refletimos se sabemos onde queremos chegar, o que nos norteia e também sobre o caminho até lá. Falamos da importância de percebermos qual é o nosso objetivo; se temos um objetivo e se ele ainda é o mesmo de quando éramos bem novinhos. A ideia é que não seja exatamente igual. Pode até ser o mesmo, mas precisa mudar um pouquinho, porque a vida muda sempre e nós também mudamos. Um dia nunca é igual ao outro. Por isso precisamos saber qual é o nosso norte, o nosso objetivo. E, sabendo qual é o nosso objetivo, conseguimos perceber como está e qual deve ser o nosso caminho. 

Será que estamos entendendo que esse caminho precisa ser percorrido com sabedoria e com a certeza de que haverá algumas pedras, mas também com a leveza de que as paisagens serão muito bonitas? Ou será que apenas deixamos a vida nos levar? São reflexões que nos impulsionam para o futuro. E, ao pensarmos sobre o caminho, ele começa logo; mas, ao pensarmos sobre o norte, esse demora um pouco mais para chegar. Acima de tudo, é preciso caminhar rumo ao objetivo sem pressa e com muita fé.

E sendo esta terça uma gira de caboclos, se alguém veio buscar um caminho para percorrer, essa é a gira certa. Se alguém veio buscar o norte, essa é a gira certa. Se alguém veio buscar acolhimento, essa é a gira certa. E até mesmo para quem veio buscar um colo, essa é a gira certa. É a gira que nos nutre, nos abastece, nos acolhe e nos fortalece com a energia dos caboclos.

Ao iniciar a gira, o Caboclo Girassol conduziu os trabalhos, atendendo pets e assistência em conjunto com as forças dos demais caboclos de Oxóssi, Ogum do Oriente e das Iabás de Iemanjá e de Iansã. Os curumins e os pretos-velhos também se fizeram presentes, auxiliando nos trabalhos de cura e descarrego. Na segunda parte da gira, Seu Potiguassu ordenou os atendimentos na linha de Ogum e finalizou o descarrego de toda a corrente com a força de Oxum.


Gira de Terça-Feira (Corrente Ilha do Mel)

A corrente TVB Ilha do Mel reuniu-se em coração e intenções para os cuidados energéticos, mantendo a união e a fé de sempre. No entanto, não houve gira devido à intensa chuva, já que o espaço do TVB Ilha tem como encanto especial o trabalho realizado sob a maravilha do céu aberto. Até a próxima semana! Axé! 


Gira de Quarta-Feira (Mãe Luane) - Relato por Pai Raphael de Ogum 🛡️

Mãe Lu falou esta noite sobre a divergência do calendário em relação às linhas de trabalho. É nesse ponto que percebemos ou criamos expectativas. Trata-se de como entendemos os imprevistos que divergem do que esperamos.


Sabemos que não podemos controlar certos sentimentos, como a raiva ou a gentileza. A raiva, em especial, muitas vezes destrói expectativas e transforma o ambiente de forma negativa. Outras vezes, porém, pode ser combustível para superar limites. Mas quando isso não acontece, o que podemos fazer para auxiliar no processo de cura?


O Caboclo do Mar esteve presente em terra, somando-se à força já estabelecida de Ogum e Oxóssi. A energia dos caboclos foi intensa, com o objetivo de limpar todas as cargas e sentimentos necessários. O atendimento nas macas ocorreu em uma única rodada, o que otimizou ainda mais os trabalhos da noite.


Em seguida, a força dos boiadeiros e dos baianos trouxe alegria e o acolhimento necessário a todos que estavam presentes.


Gira de Quinta-Feira (Mãe Lilian) - Relato por Capitão Alan de Ogum ⚔️

Mais uma vez, a noite de quinta-feira nos chamou à introspecção. No início da gira, fomos convidados a refletir sobre nossas fraquezas, aquelas que muitas vezes disfarçamos com desculpas ou fingimos não ver. A provocação feita por mãe Lilian desde a tarde foi simples e profunda: quantos de nós temos coragem de nomear, em voz alta, aquilo que nos torna vulneráveis?

E, nessa busca por autenticidade, ficou claro que o primeiro passo não é mostrar força, mas sim reconhecer com honestidade onde ainda há sombra, onde ainda há dor. Mãe trouxe exemplos do dia a dia, daqueles que todos conhecemos: uma alegria alheia que incomoda, um relacionamento que desperta ciúmes, uma conquista que provoca comparação. E ali fomos convidados a nos perguntar: será que não estamos chamando de “desinteresse” o que, na verdade, é frustração? Será que não é hora de tirar a maquiagem dos sentimentos?

Os trabalhos espirituais foram novamente conduzidos por Seu Curumataí, com auxílio na vibração e cirurgias dos caboclos, do Povo do Fogo, das Iabás e, por fim, dos curumins. Todos aqueles que estavam no terreiro foram mais uma vez atendidos com amor e cuidado. A formação de macas segue fluindo com mais naturalidade. Cada irmão e irmã da corrente têm se dedicado a ajustar, acolher e posicionar. E isso tem feito a diferença.

Na segunda parte, os atabaques anunciaram a chegada dos Pretos Velhos. A assistência foi convidada a entrar e se juntar à corrente no tablado. Não havia barreira entre quem serve e quem busca. Vovó Benta e Pai Inácio se assentaram para guiar os trabalhos. E o que se viu ali foi, mais uma vez, o milagre da escuta. Após os atendimentos, foi dada a autorização para que os Pretos conversassem com aqueles que estavam na área de gira. Os erês também estiveram presentes. Houve alegria, mas houve também silêncio e reflexão.

Vovó Benta, com sua fala doce e firme, trouxe mais uma de suas reflexões. Usou o exemplo das unhas encravadas para falar de sentimentos não resolvidos. Disse que, assim como uma unha machucada que foi mal cuidada dói até quando ninguém encosta, um sentimento inflamado pode corroer até os pensamentos mais bonitos. E que, às vezes, a gente anda por aí com a dor apertada no peito, dizendo que está tudo bem. Só que o corpo sabe. E a alma também.

Ela falou da importância de cuidar das emoções com o mesmo carinho com que cuidamos da aparência. “Não tem unha bonita se o pensamento tá doente”, ela disse. E seguiu: “Tem coisa que começa com uma dorzinha, um incômodo, e a gente deixa lá. Mas vai inflamando, escondidinho, até a gente não conseguir mais andar direito”. À primeira vista, pode parecer só um conselho. Mas há palavras que chegam como cura. Quem precisava ouvir, ouviu.

Na despedida, Vovó Benta agradeceu pela casa cheia. Disse que, quando os corações se colocam juntos, o trabalho acontece com mais leveza. E que ela mesma gosta “de estar ali, bem pertinho, com todo mundo junto”. Tem coisa que é melhor sentir do que explicar. Porque sentimento não se escreve, se reconhece no outro.

A gira foi conduzida com alegria e entrega. E foi mais uma quinta-feira em que o Terreiro se mostrou pelo que é: um lugar de fé, de trabalho, de espelho, de cura e de reencontro. Às vezes com o outro. Às vezes consigo mesmo.


Gira de Sexta-Feira (Mãe Luana) - Relato por Pai Gustavo de Oxóssi🍃

Na gira de sexta-feira, mãe Luana iniciou os trabalhos sem sua tradicional reflexão, nos alertando de que teríamos muito trabalho pela frente. Após a saudação às sete linhas, ela nos conduziu rapidamente a refletir sobre a forma como nos dirigimos ao nosso próprio espírito. Costumamos sempre chamar os espíritos para o trabalho, mas muitas vezes não sabemos como nos conectar com a nossa própria essência.

Na primeira parte da gira, Seu Serra Negra convocou os caboclos de Xangô e as Iabás de Iemanjá para o passe energético, e, para os trabalhos específicos, atuaram os caboclos de Oxóssi, Ogum e Oxum.

Na segunda parte, os Pretos-Velhos nos acolheram com sua presença, auxiliando com seus ensinamentos e abraçando toda a assistência. Antes do encerramento da gira, Vó Chica e Pai Inácio deram suporte a alguns médiuns, contando também com a força dos curumins.


Gira de Sábado (Mãe Luane) - Relato por Mãe Lu de Iemanjá 🌊

Na última gira de sábado, encerrando a semana dos trabalhos religiosos do TVB, uma maravilhosa gira de caboclos aguardava os médiuns da corrente! Os trabalhos já começaram logo na chegada ao terreiro, quando cumprimentos, abraços, sorrisos e risos iniciam grandes quebras de demandas internas, como tristeza, angústias e anseios.

Seu Caboclo do Mar conduziu os trabalhos de descarrego, passe e vibração, promovendo a quebra de demandas e a limpeza energética, até a chegada de Vó Ana para os batizados de dois pequenos anjos, acompanhada de Seu Tucumã e Pai Joaquim, chamados para apadrinhar junto dela. Os erês, com toda alegria, vieram abençoar ambas as crianças e suas famílias. Saravá a caminhada das crianças!

No segundo momento, Seu Pena Verde conduziu a noite com toda a caboclada, junto aos caboclos das linhas de Oxóssi, Xangô e Ogum. Em uma breve conversa ao final dos trabalhos, falou-se sobre a “essência”, aquela que permanece quando olhamos para o nosso íntimo mais profundo e que se manifesta em palavras, ações, pensamentos e em quem somos. Mais que isso, Seu Pena destacou, com a precisão da flecha de Oxóssi, que é injusto comparar essências ou exigir que alguém aja contra a própria natureza. Também é injusto consigo mesmo se diminuir por desejar ser diferente. É pela beleza da diversidade das essências e dos seres que o mundo pode ser mundo – e a vida se torna mais leve, assim como a essência dele, quando vivemos nossa própria essência sem julgamentos. O julgar não faz parte da essência; é comportamento aprendido e replicado.

Que possamos viver do jeito que somos, acolhendo e fluindo!Okê, Caboclo!




Projetos esportivos

Dança do ventre

Nesta segunda-feira, nossas alunas de dança do ventre se uniram à assistência para prestigiar a presença dos indígenas Shanenawa em nossa casa. Foi um momento de conexão e respeito, em que todas puderam ouvir o canto ancestral dos povos originários e sentir a força da espiritualidade que ecoa da floresta. Após esse encontro especial, retomamos a aula, mergulhando nos estudos das batidas laterais e dos deslocamentos em meia ponta, passos que exigem tanto técnica quanto entrega do coração.

E em meio a tanta beleza e aprendizado, celebramos também nossa querida professora Cris Farah, que completou no dia 25/08 mais um marco em sua trajetória: 27 anos de carreira. Uma jornada de dedicação, amor à dança e inspiração para tantas pessoas. Que sua luz continue iluminando caminhos e corações, e que cada passo ensinado seja também um gesto de afeto compartilhado. Parabéns, Cris, com todo nosso carinho e gratidão! ✨


Dança cigana

A última aula de Dança Cigana Artística trouxe uma energia contagiante! Tivemos a alegria de receber duas novas alunas, que chegaram cheias de animação e se encantaram com o acolhimento caloroso da turma. ✨

Durante a aula, trabalhamos os movimentos da Dança Romani, originária dos Balcãs, explorando passos mais elevados, gestos amplos de braços e estalos de dedos no compasso, trazendo técnica e expressão artística em perfeita harmonia. Foi um momento de aprendizado, diversão e conexão entre todas.

A turma mostrou dedicação e entusiasmo, fortalecendo o espírito de união e beleza que caracteriza cada encontro. Que a energia dessa dança continue iluminando nossos caminhos! 💃


Capoeire-se


No projeto Capoeire-se, a capoeira se revela como uma ferramenta de transformação para todas as idades. No treino dos pequenos, trabalhamos defesa pessoal de forma lúdica e divertida, usando as técnicas da capoeira para transformar insegurança em confiança e medo em coragem, sempre estimulando a alegria e a participação ativa das crianças.

Para os adultos, o caminho é de investigação ampla, que atravessa corpo e mente. Durante as aulas, transitamos da ginga a movimentações técnicas, explorando frentes individuais e coletivas, sérias e lúdicas, no ócio e no trabalho. Além das práticas corporais, tivemos momentos de conexão profunda: a psicóloga e psicanalista Angela Haiduk nos guiou em exercícios de mindfulness, enquanto o massoterapeuta e terapeuta holístico Bernardo França conduziu automassagem em pontos específicos para aliviar a ansiedade, integrando cuidado, consciência corporal e bem-estar.

O Capoeire-se mostra assim seu potencial de transformação: para as crianças, fortalecendo confiança e coragem; para os adultos, promovendo equilíbrio, consciência e acolhimento integral. Um espaço onde corpo, mente e espírito se encontram, se movimentam e se renovam.


Muay Thai

O Muay Thai está de volta! 🥊 A partir de agora, nossas aulas acontecem todas as quintas-feiras, às 18h, e são abertas para todas as idades.

Mais do que uma arte marcial, o Muay Thai é um exercício completo para o corpo e a mente. Ele fortalece os músculos, melhora a coordenação, aumenta a resistência física e ajuda no equilíbrio. Além disso, é uma prática poderosa para aliviar o estresse, desenvolver disciplina, aumentar a confiança e liberar a energia acumulada do dia a dia.

Venha conhecer, se movimentar, se desafiar e se divertir! Aqui, cada golpe é também um passo em direção a mais saúde, bem-estar e autoestima. 💪✨


Movimenta Caboclo

Nesta semana, o projeto Movimenta Caboclo fez com que nossas amadas crocheteiras e tricoteiras do projeto Crocheterapia mexessem o esqueleto! Ou, como diz Vó Benta, mexessem “o tempero do fundo da panela do caldinho de feijão”! Entre muitas risadas, movimentos simples e o apoio coletivo, a aula de funcional acolheu todas as idades e níveis de habilidade, transformando desafios em potencialidades.

Para conhecer, se movimentar e se divertir (muito!), venha ao TVB às terças, às 17h30! Você será sempre muito bem-vindo! 👣🌿🌀


Projetos terapêuticos

Terapias integrativas
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Mais uma linda semana de atendimentos tomou forma em nosso espaço terapêutico. Entre aromas, energias e silêncios acolhedores, refletimos sobre como nossa presença, quando oferecida por inteiro, pode transformar a vida de quem chega em busca de cuidado.

Cada terapeuta entregou-se com dedicação, e cada pessoa atendida recebeu não apenas técnicas e práticas, mas também carinho, escuta e acolhimento. As macas se tornaram lugares de cura, onde corpo e alma encontraram descanso, alívio e renovação.

Seguimos com o coração grato por fazer parte dessa corrente de amor e cuidado, certos de que cada encontro é também um aprendizado para todos nós.

Projetos Sociais

Feira/Xepa Solidária

O projeto da Feira Solidária transforma a generosidade em alimento e cuidado. Produtos doados por feirantes são coletados por voluntários, que se dedicam a separar cada item com carinho e atenção. Depois, essas frutas e verduras são entregues gratuitamente para a comunidade, garantindo nutrição, sustentabilidade e o fortalecimento de laços de solidariedade entre todos os envolvidos. Confere só os números desta semana:


🍆 Coleta Mercado Regional do Cajuru: 199,45kg

🥦 Coleta Feira Mercês (Praça 29 de Março): 310,35kg

🥬 Total da Coleta: 509,80kg


🌱 Destinados a compostagem: 42,50kg

🥗 Distribuídos para comunidade: 467,30kg


Venha fazer parte deste movimento de solidariedade e cuidado! Seja como voluntário ou aproveitando os alimentos disponíveis, sua presença ajuda a fortalecer a comunidade, espalhar afeto e transformar gestos simples em grandes ações de amor.


Marmita Solidária

Você já parou para pensar em quantos corações a marmita da Vó Benta já aconchegou? São tantos que nem conseguimos mensurar.

E por que começamos falando em “quantidade”, em vez de apresentar números? Porque não se trata de estatística, mas de ir além, de alcançar quem sente fome, sem olhar profissão, cor ou crença. Trata-se de humanidade, de amor, de compaixão.

O amor ao próximo não se vive apenas com palavras; ele se manifesta em gestos que confortam a alma e garantem dignidade: um cobertor que aquece, a água que sacia a sede, a comida que mata a fome.

E isso vai muito além do projeto da Marmita Solidária. É sobre transformar vidas com cuidado, presença e afeto. E você pode fazer parte: doando alimentos, auxiliando no preparo de segunda a sexta, ajudando na entrega ou compartilhando com amigos e nas redes sociais. Cada gesto faz a diferença! 🥕🌽🥒🍆🍅

Dá só uma olhada no povo lindo que esteve presente na entrega das refeições preparadas desta última semana:

Projetos culturais

Crochêterapia

🧶✨ Nesta semana, nossa Crochêterapia foi pura alegria! O grupo estava animado, cheio de energia boa e corações leves. Tivemos a conexão com o projeto Movimento Caboclo, que nos fez levantar, movimentar o corpo e celebrar a vida com muita descontração.


Entre fios e pontos, entre risadas e abraços, partilhamos também nosso lanche, cada vez mais saboroso, e nossa troca, que cresce a cada encontro em amor e companheirismo.


A Crochêterapia não é apenas sobre crochê, tricô e bordado. É sobre amizade, cuidado, movimento e cura que se tece em cada linha. 🌿💜



📌 Venha sentir essa energia com a gente! Todas as terças-feiras, a partir das 14h, no TVB. Aqui, sempre cabe mais um coração disposto a criar e compartilhar.


Leia+/Biblioteca Pai José

Uma leitura delicada e inspiradora: Violetas na Janela, de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho, ditado pelo espírito Patrícia, nos convida a mergulhar em uma história de superação, fé e amor. O livro revela como a coragem, a esperança e a confiança em si mesmo podem transformar a vida, mesmo diante das dificuldades. É uma obra que toca o coração, desperta reflexão e fortalece a alma, sendo uma indicação especial para quem deseja se emocionar e se inspirar.


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Horário das giras:

Segunda a Sexta - 19h às 23h

Sábados - 17h às 21h

Nossa raiz é forte. Nossa fé é antiga. Nosso amor é infinito.

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