Edição #55
- Terreiro Vovó Benta

- 22 de set. de 2025
- 12 min de leitura
12 de set. de 2025 à 18 de set. de 2025
As giras de Umbanda desta semana trouxeram profundos aprendizados e atendimentos que alimentam corpo e espírito. Cada encontro foi espaço de reflexão e prática, desde a importância de não deixar que as decisões dos outros nos prejudiquem, até o convite de trocar a vergonha pela alegria e fortalecer nossas raízes. Os Caboclos, Pretos-Velhos, Boiadeiros, Exús e Erês trouxeram ensinamentos sobre equilíbrio, respeito, união, renascimento e justiça, mostrando que cada passo dado na gira é também um passo de transformação interior. Entre descarregos, passes, macas e consultas, a mensagem comum foi clara: cuidar de si, fortalecer a fé e deixar florescer o que há de melhor em cada um.
No campo esportivo, os projetos mostraram a potência da arte e do movimento como caminhos de cuidado e transformação. A dança do ventre e a dança cigana encantaram com apresentações, ensaios e rodas que uniram gerações, celebrando feminilidade, vínculos e alegria. A capoeira — tanto no Capoeire-se Kids quanto no Capoeire-se Adultos — reafirmou-se como espaço de terapia, resistência e ressignificação, onde cada conquista individual se torna coletiva. O Muay Thai fortaleceu corpo e mente por meio da técnica, disciplina e consciência corporal, enquanto o Movimenta Caboclo trouxe vitalidade e equilíbrio, lembrando que mover o corpo é também fortalecer a vida.
Já nos atendimentos terapêuticos, o espaço de terapias integrativas acolheu 29 voluntários que, juntos, atenderam 170 pessoas entre presenciais e à distância, mostrando que a escuta e o cuidado são sementes de transformação. A crocheterapia fortaleceu vínculos por meio da arte manual, enquanto o Leia+ se destacou como espaço de partilha cultural e terapêutica, unindo reflexão literária à convivência comunitária. Na Biblioteca Pai José, a leitura de O Preço de Ser Diferente reforçou o valor da singularidade e do respeito às diferenças.
Os projetos sociais reafirmaram o compromisso com a comunidade. A Xepa Solidária contou com 31 voluntários na coleta, separação e entrega de alimentos, distribuindo quase 500kg de mantimentos e mostrando em números a grandeza de cada gesto solidário. Já o Marmita Solidária levou alimento, cuidado e esperança às famílias em vulnerabilidade, e nesta semana aqueceu ainda mais vidas com a entrega de roupas para enfrentar o frio de Curitiba. Cada ação reafirma que solidariedade é tanto pão na mesa quanto calor no coração.
Assim, entre giras, projetos esportivos, terapias e ações sociais, nossa casa mostrou mais uma vez que espiritualidade, cultura, saúde e solidariedade caminham juntas. Cada gesto, cada encontro e cada partilha fortalecem não só os que recebem, mas também os que doam, revelando que nossa missão coletiva é semear transformação em todos os espaços onde estivermos. 🌿✨
Giras
Gira de Segunda (Pai Raphael e Pai Luiz) - Relato por Pai Luiz de Oxóssi
Nesta segunda-feira, a gira foi conduzida pelo Pai Raphael de Ogum, com colaboração do Pai Luiz, em razão da viagem da Mãe Lilian. A reflexão da noite abordou como as decisões dos outros podem nos afetar, mas destacou que permitir que isso nos prejudique é uma escolha pessoal. Reforçou-se a importância de respeitar a diversidade, cultivar amor-próprio e manter o equilíbrio emocional, lembrando que não podemos mudar os outros, apenas nossa forma de nos relacionar com eles. Ogunhê!
A Mãe Luana de Xangô reforçou a hierarquia e participou do ritual de início dos trabalhos, saudando o conga e a presença de Seu Curumatai. Seu Tucumã e Seu Sete Estrelas coordenaram os trabalhos de passe, enquanto Mamãe Yemanjá conduziu a limpeza energética, e Mamãe Oxum finalizou o bate-folhas, trazendo calma e proteção para todos os presentes. Os banhos da semana e a força de Oxóssi foram abordados, reforçando a cura, alegria e conexão com a natureza.
A primeira parte da gira terminou com a força de Xangô, trazendo equilíbrio, justiça e firmeza, seguida da transmutação realizada pela senhora das almas e dos ventos, Iansã.
Na segunda parte, na força dos Pretos Velhos, o Velho do Rio e as Vós Chica e Maria Conga conduziram os trabalhos, reforçando a importância da união, da diversidade e da alegria cotidiana. A corrente realizou atendimentos com orientação amorosa, direcionando pensamentos positivos às famílias e fortalecendo a fé e a esperança.
Os Erês chegaram trazendo alegria, energia e axé, e a gira foi encerrada com a oração ao Santo Anjo e cantigas de agradecimento. Vó Maria Conga, Vó Chica e Velho do Rio foram a oló, deixando bênçãos e axé a todos.
Saravá a Vovó Benta, Pai José, Velho do Rio, Vó Chica e Vó Maria Conga!
Gira de Terça-Feira (Mãe Cristina) - Relato por Pai Raphael de Ogum
Mãe Cris fala sobre a força de Nanã, a força do renascimento e da reinvenção, para que você possa reacender esse sentimento em sua vida, em qualquer aspecto que seja. Fala também sobre Omolu, que traz a compreensão do desencarne e do desprendimento daquilo que não lhe pertence ou que você carregou por muito tempo.
Com S. Girassol em terra e a força de Oxóssi, nossa querida assistência — que buscava limpeza e cura, alguns acompanhados de seus pets, também em busca de melhora — pôde aproveitar a força dos caboclos e acolher palavras de conforto.
No segundo momento, com os Exús, os guardiões da esquerda deram continuidade ao trabalho iniciado por S. Tata Caveira, com o objetivo de possibilitar o renascimento e a reinvenção daquilo que for necessário ou que tenha se perdido em você.
Gira de Terça-Feira (Mãe Juliana) - Relato por médium Helenita de Iemanjá
Com o aconchego da Terra das Águas, abrimos os trabalhos com a reflexão: sobre o mês das crianças, qual é a força que elas nos trazem e nos inspiram? Sejam elas encarnadas ou desencarnadas, nos mostram sua força vital, singela e pura, com toda a inocência e bondade. Que possamos aterrar todas as mazelas neste chão sagrado que pertencemos.
Assim que Seu Sete Flechas chegou, foi chamada a firmeza de Ogum e a calmaria de Iemanjá para o passe e a vibração das sete linhas. A Meia Lua de Cura se fez iluminada pela vitalidade dos caboclos de Oxóssi e pela alegria dos Erês.
Mamãe Iansã desceu com seus ventos e descarregou a casa de Vó Benta, preparando o terreiro para que as consultas pudessem acontecer. Após a subida de seu Sete Flechas, a amada Vó Sabina desceu e deu início aos atendimentos, chamando os Pretos-Velhos.
Encerramos a gira com a subida conjunta dos Pretos-Velhos e a felicitação da vida de Mãe Juliana de Oxóssi, agradecendo a proteção, a luz e a energia de todas as entidades presentes.
Gira de Quarta-Feira (Mãe Luane) - Relato por Pai Raphael de Ogum
Mãe Luane relembrou uma sugestão de gira de Erês feita há três anos, falando sobre o pedido de Vovó Benta em relação ao caruru, destacando que o objetivo vai muito além da alimentação: trata-se da tradição e da permissão de realizar algo significativo. Mãe Lu ressaltou a importância da apropriação do conhecimento sobre qualquer prática e sua história, lembrando que o propósito é conhecer e compreender, seja qual for a história, sempre com respeito e alegria.
O Caboclo do Mar trouxe a força de Ogum para os trabalhos de limpeza, energização e atendimento nas macas, realizando passes à assistência que buscava equilíbrio, e posteriormente com a força de Ogum do Oriente. A vibração dos caboclos na segunda parte dos trabalhos foi intensa, com o retorno do Caboclo do Mar nos atendimentos e o cruzamento da Capitã Fernanda de Oxum, selando a confiança e o comprometimento com os trabalhos.
Gira de Quinta-Feira (Mãe Luane) - Relato por Pai Raphael de Ogum
Mãe Lu iniciou a reflexão pedindo a todos que cantassem com o coração. Explicou sobre a vergonha, lembrando que estamos em família e que esse sentimento deveria trabalhado de maneira correta, pois aquele era um momento de aprendizado e de libertação de pensamentos passados. Ressaltou que não devemos ter vergonha do modo como fazemos o que fazemos, pois isso transmite quem somos: nosso modo de cantar, de nos vestirmos - desde o fazer até o sentir.
Já para os trabalhos espirituais, S. Caboclo do Mar trouxe a força de Ogum para o trabalho de limpeza e energização da assistência. Os trabalhos aconteceram em duas rodadas de macas, auxiliando na cura daqueles que buscavam alívio e equilíbrio.
No segundo momento, Boiadeiro Ernesto compartilhou um pouco de sua história e exemplificou a importância da compreensão daquilo que plantamos: nossas raízes nos alimentam e trazem sentido ao que fazemos, mas é preciso que a terra para enraizar esteja boa também - e simplificando, explicou que a terra somos nós mesmo. Não basta uma raiz forte se a terra esta seca ou virada em banhado - é preciso estar propício para o florescer e o frutificar do todo.
Que possamos seguir mexendo nossa terra para permitir melhores colheitas no futuro, através das nossas raízes ancestrais que nos alimentam!
Jetruá Boiadeiro!
Gira de Sexta-Feira (Mãe Luana) - Relato por Pai Gustavo de Oxóssi
Na última sexta-feira, Mãe Luana iniciou a reflexão da noite falando sobre nossas escolhas. Ressaltou que, muitas vezes, podemos errar por otimismo excessivo ou imediatismo, e que é fundamental agir com serenidade e realismo. Destacou também a importância de ouvir aqueles que nos amam, aprendendo com seus conselhos, erros e acertos.
Os trabalhos foram conduzidos por S. Serra Negra, na força de Xangô e Iemanjá. Durante a ferradura ao centro, explicou sobre os trabalhos de justiça, mostrando como cada caboclo completa a força do outro: Xangô com imparcialidade e firmeza, Oxóssi com aceitação e serenidade, e Ogum com determinação e execução da sentença. Assim como os caboclos, nossas diferenças fortalecem a energia e os trabalhos dentro da casa santa.
Na segunda parte, Dona Maria do Cangaço conduziu as consultas junto com todo o povo baiano, auxiliando a assistência presente e trazendo orientação, acolhimento e cuidado a todos que buscavam auxílio.
Gira de Sábado (Mãe Luane) - Relato por Mãe Lu de Iemanjá
Mais um sábado chegou para fechar os trabalhos energéticos da semana! Ao iniciar a gira, a energia se propagava do centro do terreiro como ondas intensas, a banhar todos que ali estavam. Ao chegar, S. Caboclo do Mar chamou os caboclos do Ogum e propôs o trabalho: que os caboclos ali presentes ensinassem aos seus médiuns aquilo que mais precisavam — em palavras, em sentimentos e até mesmo em silêncio. Em seguida, o trabalho seguiu firme para as demais demandas: descarrego, passe, ferradura de cura e encaminhamentos energéticos.
Já na segunda parte da gira, Vó Ana chegou de mansinho e conduziu os trabalhos com os amados pretos velhos e pretas velhas. As consultas foram carinhosamente acolhidas e os corações, atentamente acalentados. Ao final, Vó Ana, Vó Sabina e Velho do Rio falaram sobre as raízes e sobre o cultivo daquilo que se faz: em nossa casa de reza, mas também em todos os outros lugares que estamos. Após, subiram juntos com alegria, ao som dos tambores que ecoam em nossa mente e corações!
"Bate o tambor que é bom pro Negro...
Bate o tambor que é bom pro Negro..." 👵🪘💙
Projetos esportivos
Dança do ventre 🧿🌙
✨ Sábado – A Noite Árabe
Neste sábado, as alunas do Projeto de Dança do Ventre TVB brilharam em uma super Noite Árabe preparada especialmente para elas.Nossas bailarinas apresentaram solos encantadores com adereços e também coreografias coletivas elaboradas em sala de aula. O público vibrou a cada dança e até se juntou a elas na festa! 💃A família do restaurante Yalla Comer, que sediou o evento, também não resistiu e entrou na roda de celebração. Para completar a alegria, comemoramos os aniversários das alunas Giovanna, Cristiane e Mel. Foi uma noite inesquecível, eternizada pelos registros carinhosos da nossa irmã Kelli Homeniuk. 🌹Saravá o Projeto de Dança do Ventre TVB!
🌿 Segunda-feira – Aula e Ensaio
Já na segunda-feira, nossa aula de dança do ventre foi banhada pelas cores vibrantes dos véus. ✨ As alunas treinaram os movimentos de deslocamento, explorando os tecidos como elementos cênicos complementares. O ensaio também foi espaço de bate-papo, onde cada uma pôde compartilhar as vivências do sábado e relatar a experiência de se apresentar em um restaurante árabe, fortalecendo laços e aprendizagens.
Dança cigana 💃✨
Um clique especial depois da aula desta segunda-feira mostra o que temos cultivado juntas: nas aulas de Dança Cigana Artística, o combinado é simples e profundo — transformar cada encontro em um espaço de aprendizagens, descontração e apoio mútuo. 💃✨
É lindo ver como, a cada roda, mulheres de diferentes idades se fortalecem, celebram sua feminilidade e descobrem novas formas de expressar a alegria de ser quem são. 🌹
E essa é a verdadeira mágica do Projeto TVB: promover encontros que unem gerações, fortalecem vínculos e revelam a potência transformadora da dança como prática esportiva, terapêutica e também de voluntariado. 🌿💜
Capoeire-se Kids 🪁
Com os pequenos, nosso olhar se volta para cada processo individual, respeitando o tempo e o ritmo de cada um. Sabemos que muitos de nossos alunos carregam altas habilidades, e por isso cada conquista, cada gesto, cada passo é celebrado com carinho e reconhecimento.
Esse trabalho é feito em conjunto com papais, mamães e tutores, que caminham ao nosso lado. Conversamos sempre para reforçar que não há pressa nem cobrança de performance: o que importa é o processo, não apenas o resultado.
A maior vitória já está no simples — e grandioso — ato de começarem. É nesse primeiro passo que floresce a coragem, e é nele que a capoeira se mostra não apenas como prática esportiva, mas também como espaço de cuidado, de terapia e de transformação coletiva.
Capoeire-se Adultos 🤸
Quem olha de fora talvez não compreenda a profundidade do que acontece aqui dentro. A capoeira, para nós, vai muito além dos benefícios corporais e do aprendizado técnico: ela é uma verdadeira ferramenta de transformação.
É comum vermos nossos alunos revisitando suas histórias, reorganizando caminhos e se abrindo para desafios que antes pareciam inatingíveis. Hoje, temos dois trabalhos de mestrado em desenvolvimento, frutos de pessoas que jamais imaginaram chegar tão longe. Outros encontram na roda a força para investir em suas carreiras e conquistar novos espaços profissionais.
Também acompanhamos mulheres que, ao se fortalecerem na capoeira, descobriram sua própria voz, romperam barreiras e não aceitam mais viver em relações abusivas.
A cada treino, não apenas corpos se movimentam, mas vidas se ressignificam. A capoeira é mais que esporte, mais que terapia ou voluntariado: é prática de vida, de resistência e de transformação coletiva.
Muay Thai 🥊💪
Nesta semana tivemos um treino técnico dedicado ao refinamento da movimentação. Cada detalhe foi trabalhado com atenção, buscando corrigir falhas nos deslocamentos e no encaixe dos golpes. 🥊✨
Foram praticadas sequências de jabs, diretos, cruzados, ganchos e low kicks, sempre com foco em aprimorar a precisão e a eficácia. Paralelamente, reforçamos a importância da guarda aliada à movimentação, mostrando como a proteção adequada é essencial em cada deslocamento.
O objetivo não foi apenas fortalecer a ofensividade e a defesa, mas também promover consciência corporal, disciplina e segurança — valores que ultrapassam o tatame e ecoam na vida. 💪🌿
Movimenta Caboclo
Hoje o foco foi colocar o corpo em movimento! 🌿🫁Cada exercício foi cuidadosamente pensado para promover mobilidade, equilíbrio e mais qualidade de vida. 🏃♀
Na prática, não trabalhamos só músculos e respiração: fortalecemos também a mente e alimentamos a energia de cada um que participa desse espaço terapêutico e voluntário. Corpo mais forte, mente mais leve e coração cheio de vitalidade! 🚀💚
E você, já se permitiu esse cuidado hoje?
Projetos terapêuticos
Terapias integrativas 🕉️🧘♀️
Mais uma semana se encerra com lindos trabalhos em nosso espaço terapêutico. 🌿 Foram 29 terapeutas voluntários dedicando tempo, escuta e acolhimento. Ao todo, 60 pessoas foram atendidas presencialmente e outras 110 receberam cuidado à distância, levando a força da prática até quem não pôde estar fisicamente presente.
Cada encontro reafirma que este espaço é mais do que um serviço: é uma rede de amor, cuidado e transformação, onde o voluntariado se torna gesto de vida e esperança.
Projetos Sociais
Feira/Xepa Solidária 🍎🤍
A Xepa Solidária segue florescendo com amor e união! 🌿✨Neste final de semana, contamos com a força de 31 voluntários entre coleta, separação e entrega, garantindo que alimentos chegassem a muitas mesas com carinho e dignidade. Cada gesto soma, cada coração fortalece — juntos seguimos espalhando solidariedade! 💚
E para além das palavras, observe em números o tamanho do gesto de cada voluntário 👇
🥕 Coleta Feira Alto da Glória: 208,40kg
🍆 Coleta Mercado Regional do Cajuru: 131,20kg
🥦 Coleta Feira Mercês (Praça 29 de Março): 199,60kg
🥬 Total da Coleta: 539,20kg
🌱 Destinados a compostagem: 46,50kg
🥗 Distribuídos para comunidade: 492,70kg
Marmita Solidária 🍲🤍
O Projeto Marmita Solidária segue levando não apenas alimento, mas também cuidado e esperança às famílias em situação de vulnerabilidade. 🍲💚 Nesta semana, além das marmitas preparadas com carinho, muitas roupas doadas foram entregues para aquecer aqueles que enfrentam o frio intenso de Curitiba. ❄️🧥
Cada gesto de doação e cada mão voluntária fazem a diferença, mostrando que a solidariedade também aquece o corpo e o coração. Se você também deseja contribuir, aceitamos doações de alimentos e roupas em bom estado. Juntos, podemos aquecer ainda mais vidas! 🌿
Projetos culturais
Crochêterapia 🧶🪡👐
O encontro de crocheterapia desta semana foi marcado por boas conversas, corações abertos e muitos pontos tecidos com carinho. 💕 Entre o crochê e o tricô, a criatividade floresceu e o momento foi tão especial que nossas meninas até esqueceram de registrar em foto a roda em si.
Ainda assim, tivemos o registro de alguns trabalhos lindos, feitos e compartilhados entre amigas, fortalecendo vínculos e mostrando como as atividades manuais em fio são terapêuticas, acolhedoras e transformadoras. 🌿✨
Você já conhece o poder dessas práticas? Se permita viver essa experiência de cuidado, criação e partilha! 🧶💫
Leia+ 📚💛
O Leia+ Leitura Continuada se reuniu no Mercado Regional do Cajuru em uma manhã ensolarada e cheia de boas energias. O grupo mergulhou no debate do primeiro capítulo do livro “Um defeito de cor”, de Ana Maria Gonçalves, e também compartilhou reflexões a partir de outras leituras, séries e filmes relacionados à temática central. 📚✨ Logo após, as participantes se reuniram com a equipe do Projeto Xepa Solidária e uniram forças para a coleta dos alimentos!
Mais do que falar sobre livros, cada encontro se transforma em um espaço de partilha de vivências e sentimentos, onde a escuta, o diálogo e a convivência fortalecem laços. Assim, o projeto reafirma seu caráter terapêutico, cultural e comunitário, promovendo aprendizado, acolhimento e transformação coletiva. 🌿💜
Biblioteca Pai José
Em tempos em que a diversidade e a singularidade são cada vez mais necessárias, “O Preço de Ser Diferente”, de Mônica de Castro, surge como uma leitura essencial. O livro nos convida a refletir sobre as escolhas, os desafios e a coragem de trilhar caminhos que fogem do convencional, mostrando que ser diferente é, muitas vezes, enfrentar obstáculos, mas também descobrir força, autenticidade e liberdade.
Uma obra que inspira, provoca empatia e nos lembra da importância de respeitar as diferenças — seja na vida pessoal, no trabalho ou na convivência com o outro. Ideal para quem busca reflexões profundas sobre identidade, coragem e transformação pessoal.









































































































































Que trabalho lindo
Parabéns
Gratidão