Edição #56
- Terreiro Vovó Benta

- 28 de set. de 2025
- 12 min de leitura
19 de set. de 2025 à 25 de set. de 2025
Nesta semana, nosso terreiro esteve pleno de aprendizados, reflexões e encontros afetivos. As giras nos convidaram a estar presentes, a vivenciar cada momento com entrega e atenção, seja na espiritualidade, na comunicação ou na aceitação das nossas próprias famílias. Entre energias de firmeza, alegria e acolhimento, cada filho pôde assumir compromissos consigo mesmo e com os guias, fortalecendo corpo, mente e espírito.
Nos projetos esportivos, culturais e terapêuticos, a semana também foi intensa e transformadora. A capoeira e a dança trouxeram autoconfiança, disciplina e celebração da vida; o Movimenta Caboclo proporcionou alongamento, força e leveza; e a Crocheterapia despertou criatividade, paciência e vínculos afetivos, agora também aos sábados, além das terças-feiras.
Nos trabalhos sociais, o amor se fez visível em cada gesto. Na Xepa Solidária e na Marmita Solidária, dezenas de famílias receberam alimentos ricos em nutrientes e afeto, e os relatos emocionados de nossas médiuns e voluntárias mostraram como cada entrega transforma tanto quem recebe quanto quem doa. Foram centenas de refeições e alimentos distribuídos, com carinho, atenção e cuidado, reforçando o poder do coletivo e da solidariedade.
E para nutrir mente e coração, a leitura também ganhou destaque. Com obras que inspiram e acolhem, como “A Cabana”, de William P. Young, seguimos lembrando que cuidar de nós mesmos envolve aprender, sentir e compartilhar. Que esta semana sirva de convite para estarmos presentes em tudo o que fazemos, celebrando cada momento com amor, atenção e gratidão.
Giras
Gira de Segunda (Mãe Lilian) - Relato por Pai Raphael de Ogum
Mãe Lilian explanou sobre o estar presente e destacou que a espiritualidade deve estar em evidência para que possamos equilibrar os outros aspectos da vida. Agora, faça a seguinte reflexão: troque a espiritualidade por outro aspecto da sua vida. O terreiro é como a nossa própria existência — para viver plenamente o momento em que nos encontramos, é preciso vivenciá-lo de corpo e alma. Só assim conseguiremos realmente “estar” presentes em todos os aspectos da vida.
Mãe Lilian continuou a reflexão explicando sobre o chocolate, seus sabores e como ele é produzido. Para que ele chegue até nós da forma como consumimos, você sabia que a flor do cacau demora cerca de 5 a 7 anos para florescer? Como é esse processo?
Muitas vezes, gostaríamos de ter todas as informações sobre como funcionam as coisas, mas alguns processos exigem que os vivamos, compreendendo e superando as dificuldades. Pense comigo: e se fosse um diagnóstico médico? Qual seria sua primeira reação? Ficar apavorado e desistir de tudo? É justamente aí que entra a importância da busca por informação e, ao mesmo tempo, da serenidade para enfrentar o que vier.
Não pire, respire e viva um dia de cada vez!
Após, a gira iniciou com a presença do S. Curumataí, trazendo a determinação de Ogum, trabalhando com as energias cósmicas para limpeza e transmutação. No segundo momento, S Tata Caveira esteve em terra, conduzindo os trabalhos das consultas com os demais Exus, além dos trabalhos de desobsessão e encaminhamentos espirituais. Pra findar os trabalhos, os Exus Mirins estavam em terra para trabalhar, exatamente como cantamos…
“Eu vim lá do fundo do buracoAqui nesse terreiro trabalharVou levar toda a sujeira emboraE a corrente bem limpinha vou deixar…”
Gira de Terça-Feira (Mãe Lilian) - Relato por Pai Raphael de Ogum
Mãe Lilian trouxe uma reflexão sobre a importância de estar presente, lembrando que, assim como a espiritualidade, qualquer aspecto da vida precisa ser vivido com entrega para gerar equilíbrio. Comparou esse processo ao cacau, que leva anos para florescer até se transformar em chocolate: tudo tem seu tempo e suas etapas. Nem sempre teremos todas as respostas de imediato, mas é fundamental viver cada processo com serenidade e coragem — seja diante de um desafio simples ou até de um diagnóstico difícil. O convite é claro: não se desespere, respire fundo e siga um dia de cada vez.
S. Pena Branca, em terra, trazia alegria e a força de Oxóssi e dos Curumins logo no início da gira, para o tratamento dos animais e das pessoas que ali visitavam. A ferradura se formou e a cura iniciou-se com S. Ubiratã e S. Guaracy, conduzindo os tratamentos necessários. Ao final da primeira parte, S. Pena Branca ainda falou sobre a alegria de poder viver em paz e com leveza.
No segundo momento da gira, a força de Ogum se fez presente para as consultas à nossa assistência, encerrando a segunda parte dos trabalhos.
Gira de Quarta-Feira (Mãe Luane) - Relato por Mãe Lu de Iemanjá
Em mais uma quarta-feira iluminada, a corrente se uniu para uma linda gira! Para iniciarmos, a reflexão proposta foi sobre nossas formas de comunicação: a verbal, nossa expressão facial e corporal, nossos comportamentos, hábitos e tantas outras. Aqui, destacou-se a expressão verbal de maneira explícita: quando somos incapazes de falar, seja por barreiras físicas, emocionais ou comportamentais, aquilo que queremos e precisamos dizer encontra outras formas de se manifestar.
Em tom de brincadeira para exemplificar, comparou-se com o “bico” que fazemos ao nos sentirmos chateados: a expressão facial fechada, o afastamento das pessoas, as piadas e brincadeiras “inocentes” que, no fundo, demonstram o que se sente. Mas o contrário também é verdadeiro: quando nossa conexão com a expressão verbal está extremamente aflorada, podemos falar demais sem perceber o quanto isso pode afetar o outro. É preciso equilíbrio.
Após a reflexão, o ritual inicial e os trabalhos mediúnicos começaram — com uma surpresa! Ao cantarmos para S. Curumataí, Chefe do Congá, além da presença desbravadora de Ogum, a firmeza e fortaleza de Xangô, sólida como pedra, se fizeram sentir no terreiro. S. Sete Montanhas arriou e conduziu os trabalhos, contando com a presença e a força de Ogum do S. Tucumã para realizar as cirurgias espirituais. Ao término, sua presença foi explicada e vivenciada: o trabalho foi sobre firmeza.
No segundo momento, Vó Ana se fez presente, acolhendo a todos com o auxílio dos espíritos que ali estiveram: Pretos Velhos, Caboclos, Marinheiros, Boiadeiros, Ciganos e Baianos. Cada dor foi cuidadosamente acolhida e direcionada, com amor e atenção.
Que possamos seguir crescendo, olhando carinhosamente para nossas dores e nos dando a oportunidade de curar, pouco a pouco, cada uma delas. Saravá! ✨
Gira de Quinta-Feira (Mãe Lilian) - Relato por Capitão Alan de Ogum
Existem pilares que sustentam a vida espiritual: ser, estar e sentir. Foi nessa ordem que a Mãe Lilian iniciou a reflexão da noite, convidando cada um a olhar para dentro e se perguntar: o que realmente sou, onde estou e o que sinto? Porque o “ser” vem antes do “estar”; e só quando estamos presentes, com verdade, é que conseguimos sentir de forma inteira.
Com essa provocação, o rito inicial abriu espaço para a primeira parte da gira. Seu Curumataí conduziu com firmeza os trabalhos de vibração e cura. Foram duas levas de macas, com atendimentos intensos e silenciosos, cada médium sustentando sua entrega, cada consulente recebendo a energia de que precisava. Ao redor, o Povo do Fogo, Povo do Oriente, as Iabás e os Caboclos sustentaram a força da limpeza e do equilíbrio, lembrando-nos de que estar em terra também é serviço de amor.
Um momento especial marcou essa primeira parte: o cruzamento da Capitã Cláudia de Iansã. Chamada à frente pela Mãe Lilian, ela partilhou algumas palavras sobre o que sente pelo terreiro. Cláudia falou com simplicidade, lembrando que havia passado o dia inteiro cozinhando para o projeto da Marmita Solidária, e brincou dizendo que seria cruzada “cheirando à comida da Vó”. O riso leve arrancado na hora escondeu um ensinamento profundo: a entrega no terreiro não se limita ao tablado, mas também se manifesta nas mãos que cozinham, nas horas doadas, no amor colocado em cada gesto. Ali, o ser e o estar se encontraram no mesmo propósito.
Após o intervalo, a segunda parte da gira trouxe a energia dos Pretos Velhos. Vó Benta e Pai Inácio estiveram em terra conduzindo os trabalhos com paciência e firmeza. Os atendimentos aconteceram nos tocos e também no centro, onde a corrente foi convidada a se aproximar, num gesto de acolhimento que fez do terreiro um grande quintal de família. Entre conselhos, bênçãos e escutas silenciosas, a Vó Benta voltou ao tema da noite, reforçando que a espiritualidade é construída no equilíbrio desses três movimentos: ser, estar e sentir.
O ser que é essência e não se perde.
O estar que é escolha consciente de onde nos colocamos.
O sentir que é caminho para transformar a experiência em aprendizado.
Saravá a força dos Pretos Velhos!
Saravá a sabedoria que nos guia!
Gira de Sexta-Feira (Mãe Luana) - Relato por Pai Gustavo de Oxóssi
Na última sexta-feira, mãe Luana nos convidou a refletir sobre a aceitação em nossa família. Algumas vezes, ela não acontece, e isso impacta profundamente nossa vida, nossa autoestima e a forma como vemos e lidamos com o mundo. Quando isso ocorre, precisamos nutrir a autoestima com nossas próprias convicções e nos fortalecermos mentalmente.
Em situações mais drásticas, pode ser necessário o distanciamento daqueles que nos fazem mal, e, por fim, o perdão surge como consequência de nossos atos e reflexões. S. Serra Negra conduziu os trabalhos na primeira parte, trazendo as forças de Xangô e Iemanjá. Durante o trabalho específico, nos ensinou a encarar os desafios de cabeça erguida, sem medo, mostrando que a Umbanda não é simplesmente algo que se explica em palavras, mas uma energia que ultrapassa as barreiras da linguagem e se concretiza no contato entre espíritos.
Na segunda parte, Vó Chica nos abençoou e conduziu as consultas junto aos Pretos Velhos. Pai Inácio, em uma de suas reflexões, nos levou a pensar em novas formas de fortalecer os laços familiares, mesmo à distância, mostrando que uma simples ligação pode ser suficiente para nos unir em oração com aqueles que amamos, quando não temos a oportunidade de estar juntos presencialmente.
E, por fim, Joaninha veio ao terreiro acompanhada de todos os Erês, trazendo desenhos para a assistência e nos ensinando que, com simplicidade, podemos colorir nossas vidas. ✨
Gira de Sábado (Mãe Luane) - Relato por Mãe Lu de Iemanjá
Fechando a semana, a gira de sábado iniciou com a continuidade da imersão mediúnica vivenciada por todas as correntes do TVB. Cada filho ali presente assumiu um compromisso consigo mesmo e com os guias que guardam a cada um e a todo o terreiro, buscando olhar para as próprias mazelas e caminhar em direção a uma vida mediúnica — e também integralmente — mais saudável.
Após todos os ritos realizados com alegria, Seu Caboclo do Mar conduziu os trabalhos de descarrego, passe, ferradura de cura e desobsessão. No segundo momento, Vovô Conrado se fez presente, trazendo consigo a força de Omolú e da transformação. Com compromissos firmados e a certeza de que podemos sempre aprender, encerramos os trabalhos com amor e determinação.
Projetos esportivos
Dança do ventre 🧿🌙
Nesta segunda-feira, nossas alunas participaram de uma aula especial dedicada às danças, costumes, trajes, ritmos e demais aspectos culturais dos países que compõem a região do Golfo, como Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, entre outros.
Durante a atividade, exploramos passos característicos das danças tradicionais desses países e aprendemos sobre o uso e o significado do traje típico da dança Khaleege, mergulhando com carinho nessa rica herança cultural.
Dança cigana 💃✨
A Dança Cigana sempre nos presenteia com relatos e encontros incríveis! 🌹✨
As segundas-feiras são marcadas por muitos ensaios e ajustes nos movimentos, que tornam nossas alunas cada vez mais seguras e ainda mais encantadoras em sua expressão!
Capoeire-se Kids 🪁
Na aula desta semana, reforçamos que a educação deve estar presente em todos os momentos, especialmente quando pensamos na segurança dos pequenos. 💛
Capoeira também é autodefesa, e ela começa com a palavra firme: NÃO. Ensinar uma criança a se impor diante de um estranho é tão importante quanto ensinar os golpes e movimentos da capoeira — pois corpo e voz juntos se tornam instrumentos de proteção e confiança.
Capoeira-se Adultos 🤸
Celebrar e ritualizar a vida! ✨Nossa turma nasceu há quase três anos a partir de ideias disruptivas e é formada por pessoas que, mesmo sem conhecimento prévio, vêm evoluindo em sua movimentação — dentro e fora da roda. Cada treino é um motivo de celebração dessa caminhada.
É muito comum ouvirmos de quem nos acompanha ou experimenta: “a energia aqui é incrível!” E é verdade. Somos uma família que, no dia a dia, coloca energia, entrega presença e recebe tudo isso de volta, multiplicado em afeto, força e união.
Movimenta Caboclo
No projeto Movimenta Caboclo, o foco do dia foi o fortalecimento e o alongamento das pernas e da coluna. Tivemos também muitas risadas e uma dinâmica inicial de alongamento, especialmente pensada para movimentar bem as vértebras em todos os ângulos, trazendo leveza e bem-estar a todos!
Projetos terapêuticos
Terapias integrativas 🕉️🧘♀️
✨ Vem aí o COTECI 2025! ✨
Este ano, nosso encontro estará recheado de falas, vivências e momentos ricos, que vão inspirar, acolher e transformar. Com o tema “Ser, Sentir e Estar”, o evento contará com a presença de profissionais experientes e cheios de amor pelo que fazem, trazendo reflexões e práticas que mostram a importância de cuidar da saúde mental em todos os âmbitos da vida — no que fazemos e, principalmente, no que somos.
📅 Dias 10, 11 e 12 de outubro Um convite para viver, aprender e compartilhar em um espaço de cuidado e crescimento coletivo. 🌿💛
👉 Reserve sua agenda e venha com a gente!
Projetos Sociais
Feira/Xepa Solidária 🍎🤍
O Projeto Xepa Solidária nasceu do desejo de transformar o que seria descartado em alimento e afeto, levando cuidado e dignidade para tantas famílias que enfrentam a fome em Curitiba. Mais do que a entrega de alimentos ricos em nutrientes e afeto, ele se tornou um espaço de partilha, aprendizado e transformação pessoal para todos que participam. A cada semana, novas histórias se somam, mostrando como pequenos gestos podem gerar grandes mudanças. Entre essas histórias, fica o relato emocionado da voluntária e médium Dini de Iansã:
“Na minha vida inteira eu sempre fui aquela pessoa que queria fazer parte de um projeto social, mas não sabia por onde começar. A correria do dia a dia me fazia adiar esse desejo, e tudo ficava só na vontade. Quando entrei no terreiro e surgiu a oportunidade da Xepa, no Alto da Quinze e no Alto da Glória, eu pensei: agora é o momento! E fui.
Mas eu não imaginava o quanto isso iria me transformar. Sempre que pensava em participar de algo, o que mais me tocava era a questão da fome. E logo no início, quando ainda fazíamos as entregas, vivi uma situação que marcou minha vida. Estávamos na Praça da Liberdade, descarregando as caixas após a separação dos alimentos, e entre elas havia uma caixa de uvas. Uma criança, acompanhada da avó, olhou aquelas uvas com os olhos brilhando, abriu um sorriso e disse: ‘Vó, tem uva!’. Em seguida, olhou para mim e perguntou: ‘Tia, eu vou poder comer aquilo?’.
Naquele momento, senti como se fosse uma facada no coração. A vontade de chorar era enorme, mas, ao mesmo tempo, percebi o verdadeiro sentido do projeto. Algo tão simples para nós, como uma uva, era motivo de imensa alegria para aquela criança. Foi doloroso, mas também grandioso. Ali eu entendi o real significado da Xepa e o amor que está envolvido em cada gesto.
Hoje posso dizer que a Xepa é uma realização muito grande para mim. Faço tudo com muito amor: a separação, o cuidado em pensar em cada prato que será feito, em cada sorriso de criança que será tocado. E ainda temos os bônus que vêm junto: as bênçãos da Vó, as risadas, as conversas, os pastéis compartilhados, a diversão mesmo em dias de chuva ou sol. Para mim, a Xepa é o meu momento. É quando esqueço dos problemas e me entrego de coração, cheia de alegria e gratidão por tudo que aprendo e vivo junto dessa família. Me emociono de verdade em pensar em tudo o que a Vó me ensinou e na felicidade que sinto cada vez que estou na Xepa.”
O convite segue aberto a todos que desejarem se somar a esse trabalho de amor, cuidado e transformação. Cada gesto faz diferença e multiplica o bem! 💛
Abaixo, seguem as quantidades de alimentos coletados neste final de semana — resultados que, mais do que números, representam imensuráveis frutos de amor e transformação.
🍆 Coleta Mercado Regional do Cajuru: 216,00kg
🥦 Coleta Feira Mercês (Praça 29 de Março): 206,90kg
🥬 Total da Coleta: 422,90kg
🌱 Destinados a compostagem: 23,90kg
🥗 Distribuídos para comunidade: 398,90kg
Marmita Solidária 🍲🤍
Para esta semana da nossa revista digital, fica registrado o relato da Médium Jaqueline de Iemanjá, que está presente semanalmente nas entregas. Seu depoimento, feito em áudio, emociona tanto a quem fala quanto a quem ouve:
“Eu não sou muito boa com as palavras, prefiro expressar o que sinto pessoalmente. Mas é muito gratificante, é maravilhoso. O brilho nos olhos de cada pessoa, o sorriso, e até aquele ‘obrigado’ acanhado de quem recebe, toca o coração profundamente. Não tem como não se emocionar. Isso faz com que a gente cresça cada vez mais.
Para mim, o verdadeiro sentido da caridade é estender a mão, sem esperar nada em troca. Fica aquele desejo no coração de fazer o bem. Cada entrega transforma. Transforma a nossa vida — e acredito que a de quem recebe ainda mais.
Participar do projeto da entrega das marmitas é, para mim, uma forma de aprender, de servir, de me doar. Às vezes penso que faço pouco, mas percebo que, para quem está ali, recebendo, é muito. Muito mesmo.
E quando você ouve um ‘muito obrigada’, ‘que Deus te abençoe’, ‘que Deus te proteja’, ‘que nunca falte na sua mesa’, não tem como você não olhar e agradecer a Deus por tudo que você tem, sabe? É maravilhoso! É maravilhoso!
Continuo agradecendo, vou agradecer sempre por essa oportunidade. Faz até a gente se emocionar…Obrigada por tudo. Um beijo com todo meu carinho! Estou sempre junto de vocês.”
Nesta semana, foram mais de 700 refeições entregues pelas ruas de Curitiba — sempre acompanhadas de amor, carinho e atenciosidade. Quem desejar ajudar nesse trabalho de luz e partilha será sempre muito bem-vindo! ✨💙 Saravá!
Projetos culturais
Crochêterapia 🧶🪡👐
As artes manuais têm um poder transformador: despertam a criatividade, fortalecem a paciência, aliviam o estresse e ainda promovem vínculos afetivos por meio do compartilhamento de saberes. Na Crocheterapia, esse cuidado acontece através do crochê, do tricô, do bordado e de outros artesanatos, que se tornam ferramentas de bem-estar e expressão pessoal. Além do encontro já marcado das terças-feiras, teremos uma novidade especial: a partir do dia 4 de outubro, também estaremos juntos nas tardes de sábado, ampliando ainda mais esse espaço de acolhimento e criação coletiva. ✨🧶
Leia+ 📚💛 + Biblioteca Pai José
A leitura é uma janela para novos mundos, sentimentos e aprendizados. Ela nos permite refletir, expandir horizontes e encontrar respostas ou acolhimento em momentos importantes da vida. Ler é também um ato de cuidado consigo, um espaço de pausa que nutre a mente e o coração, oferecendo companhia e inspiração em cada página.
Entre tantas obras que tocam profundamente, uma indicação especial é o livro “A Cabana”, de William P. Young. Essa história sensível e envolvente convida à reflexão sobre amor, fé, dor e perdão, trazendo conforto e esperança para quem mergulha em suas páginas. É uma leitura que abraça e emociona, deixando marcas suaves e transformadoras na alma de cada leitor. ✨ O livro está disponível na Biblioteca Pai José por empréstimo.











































































































































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